 |
Se você é um fã ardiloso da série JOGOS MORTAIS, nem precisa ler este artigo. Falaremos de um filme extremamente inteligente, cult, o mais adorado em seu gênero e um clássico de uma época maravilhosa que já morreu e jamais voltará a reinar no cinema americano. Algo que nos irrita profundamente é ler que, pessoas riem em filmes de terror antigos, devido à tecnologia da época, chamando-os de trash entre outras coisas. Seria interessante que essas pessoas fossem perseguidas por algum inseto gigante e, em seguida, devoradas lentamente por ele, gritando desesperadamente de dor...nós também iremos rir. Queremos dedicar este texto para quem curte produções de terror do passado e conseguem se transportar para o ano em que foram realizadas. Então vamos lá...
O ano era 1977. Guerra nas Estrelas dominava as bilheterias. John Travolta estava arrasando com o seu Embalos de Sábado à Noite; Woody Allen ganhava Oscars com Noivo Neurótico, Noiva Nervosa; e, em 27 de julho, estreava um grande filme de terror nos cinemas americanos, EMPIRE OF THE ANTS, conhecido aqui no Brasil como O IMPÉRIO DAS FORMIGAS GIGANTES.
O filme, baseado no livro de ninguém mais ninguém menos, que H.G. Wells, autor de Guerra dos Mundos, fez muito sucesso e contava com um elenco de grandes astros, como Joan Collins, além de ótimos estreantes, que ganharam ali seu longa mais famoso. Também trouxe uma inovação, por ser dirigido por BERT I. GORDON, famoso produtor de grandes fitas de terror e ficção na década de 50, que se aperfeiçoava como diretor dos mesmos gêneros. Gordon já havia dirigido o tenebroso NECROMACY, de 1972, estrelado por Orson Wells. |
Lançado por SAMUEL Z ARKOFF, ilustre no mundo do terror, O IMPÉRIO DAS FORMIGAS GIGANTES, recebeu muitos elogios da crítica americana. ARKOFF lançou outros filmes importantes, como THE AMITYVILLE HORROR e THE FOOD OF THE GODS, outra obra de H.G. Wells, dirigida por Bert I. Gordon, entre muitos outros.
Todas essas referências, aliadas a uma concorrência desleal para o ano do filme, fazem de O IMPÉRIO DAS FORMIGAS GIGANTES um marco na história do cinema. Inacreditavelmente foi esquecido pelo público com o passar dos anos. Hoje – infelizmente para muitos – se tornou objeto de risadas, tornando-os incapazes de perceber sua sensacional história, muito simples e aterrorizante.
Vamos comentar este filme, não com o pensamento de 1977, mas o de 2008, para analisar se as pessoas percebem o grande cult que esta por trás desta obra.
Elas herdarão a Terra... Mais rápido do que você pensa!
TOTALMENTE SPOILERS: CUIDADO!
Ao longo deste artigo, vocês vão conseguir perceber o quanto humano e realista pode ser este filme. A obra é um misto de personagens comuns, (personalidades incríveis) - que você encontra todos os dias em sua rotina - e outros muito exóticos. Com essa mistura, você pode ver quanto verdadeiro poderia ser se realmente as formigas se tornassem gigantes, além de admirar a maravilhosa composição de cada personagem e como você passa a conhecê-lo, amá-lo, odiá-lo, ou, às vezes, até torcer por ele.
Mentes abertas e vamos decolar...



O filme começa com uma introdução importante; o telespectador não pode nem piscar: mostra várias colônias de formigas como se vocês estivessem assistindo um documentário da
National Geographic. É um prólogo, praticamente conta todo o filme, para escapar daquelas cenas horrorosas onde o personagem principal fala o que esta acontecendo para o publico saber o que se passa, ou seja, mais uma vez, preste atenção, porque tudo o que for explicado aqui não volta a ser dito no filme, pois os nossos heróis não são cientistas, especializados em formigas. Se o filme fosse feito hoje em dia talvez Tom Cruise – tido como exemplo, porque já protagonizou uma obra de H.G. Wells – seria exatamente um cientista
“especializado em formigas” e na certa iria sofrer o filme todo ao lado de sua família. Poupe-nos desse vexame! O 1º fato cult e inteligente de
O IMPÉRIO DAS FORMIGAS GIGANTES é exatamente esse e, temos certeza, ninguém conseguiu perceber isso.
Formigas: trate-as com respeito, porque elas poderão muito bem ser a próxima forma de vida dominante em nosso planeta. Parece incrível? Impossível? Você algum dia já deu uma olhada de perto no que uma formiga realmente é? Essas que estamos vendo fazem parte das 15.000 diferentes espécies que habitam o nosso planeta, estas cultivam safras de fungos para a sua alimentação, outras fazem criações tal como o homem cria animais, e o que dizer das guerreiras? As construtoras de pontes, caminhos, túneis? Alarmante não é? Uma criatura tão pequena como a formiga é capaz de pretender o lugar próximo ao homem na escala de inteligência. Elas têm um sofisticado sistema de comunicação, mensagens específicas são transmitidas de uma formiga para outra, através do uso de uma substância química que ocasiona uma resposta obrigatória, “OUVIRAM ISSO, OBRIGATÓRIA!” A substância dá uma ordem que não pode ser desobedecida e ela força o cérebro a obediência, mas nós não temos que nos preocupar, é melhor deixar isso para as formigas.
Esse é o prólogo, palavra por palavra que vocês ouvirão ao assistir o filme, precisamos dizer mais? Achamos que não, claro, mas quando as formigas crescerem... Vamos deixar pro final (risos)!



Após a introdução inicia-se o filme: uma trilha sonora fantástica, feita por Dana Kaproff, que, para nós se tornou uma referência, é referência a algo muito difícil de exibir em filmes americanos: pessoas contaminando o mar! Despejando tambores contendo lixo atômico...
Todos estão com roupas especiais para evitar a contaminação, e, devido ao mar violento, um dos tambores é deixado à beira mar, batendo nas pedras, provocando furos e se alojando lá por dias. O lixo começa a vazar atingindo a areia daquela praia deserta e isso chama a atenção das formigas que se alimentam do produto e na certa levarão para o formigueiro, causando nelas uma reação monstruosa, não é sensacional?
Mas, enquanto isso, numa praia não muito distante dali...
Marilyn, interpretada por Joan Collins (a egoísta do filme, quem nunca teve uma patroa como ela, atire a primeira pedra), está organizando um passeio numa praia depois do mar para vender lotes para construir um condomínio chamado
COSTA DOS SONHOS. Sempre mandona e metida a chefe, ela faz de gato e sapato seu ajudante e possível amante Charlie, interpretado por Edward Power (aquele tipo de homem que ama tanto uma mulher e é capaz de tudo para mante-lá no topo e com sucesso). Já o comandante do barco, Dan, interpretado por Robert Lansing (machista ao extremo), um Chuck Norris por assim dizer, faz o seu trabalho quieto e não quer se envolver com ninguém, odiando o fato de estar trabalhando para uma mulher e principalmente uma como Marilyn, que adora mandar num homem machão como ele. Nossa, já estamos nos sentindo em família aqui!
Os convidados começam a chegar. É incrível como Marilyn consegue disfarçar que é uma chefe mandona, porque ela trata tão bem os compradores e sabe manipulá-los para conseguir vender os lotes - quem nunca conheceu uma publicitária de lábia quente?
O casal Larry e Christine Graham (ROBERT PINE e BROOKE PALANCE). Larry está desanimado para este passeio, ele casou com Christine devido ao dinheiro, não a ama de verdade, mulherengo de pior qualidade, não tem respeito pela esposa e fica animado de repente com o tal passeio quando percebe a chegada de uma outra compradora, Coreen, (PAMELA SUSAN SHOOP, a enfermeira morta na piscina de hidromassagem de “
Halloween II”) uma feminista, que vê nesses lotes a chance de começar uma nova vida após romper um relacionamento com um homem casado; Joe (JOHN DAVID CARSON), o galã do filme com o cabelo do Paul McCartney, um fracassado, odiado pela esposa e pelo filho, quebrado e pagando pensão; um casal de idosos, Harry e Velma (HARRY HOLCOMBE e IRENE TEDROW) - quem se lembra daquela velhinha chata de
“Loucuras em plena madrugada” se lembrará de Irene - eles como estão no final da vida, fazem um passeio diferente todo ano e como tudo era barato, muitas coisas até grátis, escolheram Costa dos Sonhos - péssima escolha! Antes terem gastado uma fortuna e ido para as Bermudas; Margaret (JACQUELINE SCOTT) perdeu tudo após se dedicar ao seu chefe por 20 anos, está procurando por um novo investimento, mas mente em relação a sua vida, dizendo ser uma importante secretária executiva e o último casal Mary e Thomas Lawson (ILSE EARL e JACK KOSSLYN): ela, uma dona-de-casa, e ele um pão duro chato e está lá só para comprovar que tudo aquilo não passa de uma farsa. Amigos e amigas, é impossível vocês não se encontrarem em algum deles alguém que vocês conhecem!



O passeio começa, num roteiro repleto de diálogos simples e perfeitos. Vocês já escolhem seus preferidos e começam a torcer; quem vai morrer? Quem vai ficar vivo? Uma rapidinha! Larry tenta agarrar Corren que lhe dá um chute no $#@%, depois flerta com Joe que retribui e começam um namorico; Margaret dá em cima de Dan que se faz de difícil, mas depois cai nas graças dela, e... Não vamos estragar e entregar até os diálogos do filme, mas, percebem, são fatos que qualquer ser humano vive em sua vida, todos são muito reais!! Vamos ao que interessa...
Entre as cenas, eles são observados por algo. Você consegue perceber, porque, você vê através desse
“algo”. Trata-se da visão das formigas, em ótimo efeito de visão e ruídos estranhos, como se fosse avisos tipo:
NÃO SE APROXIMEM DE NÓS!
Durante o passeio, eles encontram um pedaço do corpo todo cheio de mordidas de um dos dois trabalhadores que estavam reformando Campo dos Sonhos. O fato aterroriza nossos heróis. Mary e Thomas tinham se afastado do grupo, pois Thomas pretendia encontrar vestígios de farsa nos lotes, mas acabou encontrando mais do que isso: além de achar um cano d’água desligado, ele se deparou com uma colônia de formigas gigantes. Elas atacam e matam o casal para se alimentarem.
Enquanto isso, Joe e Corren vão atrás do casal, já que ninguém mais se habilita a ajudar. Charlie tem que guiar o restante a algum lugar seguro, Harry já é idoso e Larry, um covarde (cada um se revela ao passar do filme). Na busca, Joe e Coreen encontram as roupas do casal cheias de sangue e escapam por pouco das formigas gigantes, que, só não os atacam porque estão terminando de almoçar Mary e Thomas. Eles saem correndo gritando até se juntarem novamente ao grupo que está presenciando uma cena horrível: várias formigas com quase 15 metros, destruindo a lancha para eles não poderem mais voltar à civilização. Dan, o capitão, tenta salvar a lancha, em vão, ela acaba explodindo. Todos percebem que as formigas odeiam o fogo, então fazem uma fogueira para poderem passar a noite em paz, mas todos ficam ouvindo os ruídos que elas estão fazendo na floresta esperando o fogo apagar para poderem atacar. Nossos heróis estão estarrecidos, perplexos, em choque, Marilyn vê seu fracasso nesse horrível acontecimento e se nega a obedecer ordens de Dan, que assume a liderança como um herói para tentar tirar todos dali com vida.



O dia amanhece, o tempo fecha, a chuva começa e o fogo se apaga - que drama! As formigas estão prontas para atacar. Nossos heróis só têm uma chance: existe um barco pequeno, abandonado na beira de um rio dentro da floresta, capaz de levá-los para longe dali, mas para isso eles terão que atravessar embaixo de chuva forte toda a mata. Então eles decidem correr juntos, em grupo. Marilyn se nega, mas acaba se juntando ao grupo quando percebe que as formigas já dominaram onde estavam. Claro, até chegar ao barco, eles irão sofrer muito, numa seqüência enorme recheada de pavor, pânico e desespero, belissimamente filmada.
Alguns nunca chegarão ao barco,
“ficarão” no meio do caminho. Infelizmente, Harry e Velma, devido à idade, se escondem num barraco velho abandonado e acabam mortos; Larry dá sua demonstração mais terrível de covardia; Christine torce o tornozelo quando tropeça num galho de árvore, numa cena 100% revoltante - as formigas começam a cercá-la, ela implora socorro ao seu marido, que olha, vê, podia ter ajudado, mas fica assistindo as formigas começando a comê-la e foge morrendo de medo -, Christine é devorada violentamente ao contrário de Charlie, que morre para salvar Marilyn. Veja a ironia: mesmo depois de tantas patadas da
“chefe amante”, ele morre para salvá-la. Como prova de amor maior não há, Marylin começa a mudar após o ocorrido. Nas cenas de mortes, a câmera fica sempre balançando, como se estivesse apoiada na formiga, causando claustrofobia.
No barco, eles terão duas escolhas: seguir do lado direito ou esquerdo. As formigas não querem que eles vão a nenhum dos dois. Todos começam a confessar suas mentiras para que, caso morressem, pelo menos vão com a consciência tranqüila. Para impedi-los, as supostas mensagens ditas de uma formiga para outra, agora ouvidas pelos seres humanos, na forma de um grito fino estridente incomodando até mesmo o telespectador (ótimo) – como disse o prólogo – avisam as
"colegas" para fazerem mais uma vítima. Desta vez Larry, remoendo de remorso pela morte da esposa, não percebe quando a formiga vem em sua direção, jogando-o no mar, quebrando o barco, afogando-o e devorando-o ao mesmo tempo - uma cena inesquecível (bem-feito, palmas para a formiga), fazendo os sobreviventes caminharem novamente na mata.



As formigas páram de persegui-los. Você percebe, elas estão guiando-os para onde querem. Nossos heróis, que agora são apenas Margaret, Dan, Joe, Coreen e Marilyn, chegam a uma casa de fazenda onde um simples casal de velhos os tratam de uma maneira muito estranha (mistériooo!). Eles chegam à cidade, um pequeno vilarejo liderado por uma refinaria de açúcar, e o Xerife diz acreditar na história, mas todos tratam nossos heróis de uma maneira muito esquisita, por quê? Eles tentam ligar para suas famílias em interurbano, mas as ligações não são completadas, sendo que o prefeito consegue fácil, para brigar por uma carreta de açúcar, Quê?!
Ao perceberem a hostilidade da população, eles decidem fugir, roubam um carro, mas, novamente em vão, são perseguidos pela polícia e, num acidente, são capturados, tratados como animais criminosos e levados para a refinaria de açúcar onde observam que todos na cidade estão sendo levados em jaulas para o local... Adivinharam por quê? Então...
Fazendo uso de sua inteligência avançada. as formigas tiveram a brilhante idéia de construírem um formigueiro, usando os seres humanos como formigas operárias, através da suposta substância química liberada por elas, forçando o cérebro humano a obediência, e fazendo do Planeta um formigueiro gigante. Em outras palavras, trata-se do fim do mundo - totalmente espetacular, sublime, 100% criativa e inteligente a idéia de H.G. Wells, incrível... A formiga rainha é colocada num trono de vidro fechado onde fica cara a cara com cada um da cidade e libera através do corpo uma fumaça branca – no caso a substância química – para fazerem os humanos trabalharem para elas, (absolutamente sem palavras, lindo, maravilhoso) criando o
império das formigas. Todo produto da refinaria de açúcar, era destinado para sua alimentação e de suas
“amigas”, os já abduzidos, ou seja, sob-o-comando-das-formigas, as pessoas se ameaçam com rifles, e são induzidos a respirarem a tal substância. A população não tinha escolha, tinha que ir. Nossos heróis entram na fila, Marilyn fica na frente, ela é pega pelos guardas e trancada no trono de frente com a formiga rainha, gritando desesperadamente, mas... tchan tchan!! De repente a substância é liberada, Marilyn muda o semblante dos olhos; de medo, para adoração, se levanta, olha para seus quatro amigos sobreviventes e diz uma frase maravilhosa, digna de entrar para o guinness book:
- NÓS NÃO PODEMOS DESOBEDECE-LAS, TEMOS QUE CUIDAR DELAS, AJUDÁ-LAS - e sai em busca de trabalho para alimentar as formigas.
Nesse ponto todas as formigas já estão dentro da refinaria se alimentando de açúcar, são tão gracinhas, todas branquinhas andando em cima do açúcar. Dan o machão, quando vai respirar a substancia começa a lutar com a formiga rainha, que se comunica através do suposto som agudo, alertando as outras formigas do perigo fazendo-as voltar a atacar. O som da formiga faz as pessoas acordarem da hipnose em massa e a sociedade começa a perceber no que tinham se tornado, o desespero começa, todos em pânico correndo para se salvar, inclusive nossos quatro heróis, menos Marilyn - a formiga rainha, demonstra honra, ela se mata, mas não morre sozinha, capturando Marilyn com suas garras, despeja em ambas uma substância venenosa, como todo inseto faz em situação de perigo, matando as duas.


Os nossos quatro heróis conseguem explodir um caminhão que transporta gasolina dentro da refinaria de açúcar, matam as formigas e fogem num barco a deriva no fim da cidade, prontos para voltar à civilização. Joe e Coreen, mais Dan e Margaret, tem indícios de que ficarão juntos devido à montagem da edição na última cena do filme e viverão felizes para sempre, bem... Talvez, Joe solucionara o problema com a ex-mulher e o filho? Coreen com o cara casado? Margaret arranjara um emprego decente? E Dan, como sempre machão, ou seja, tudo na vida deles agora parece pequeno depois de enfrentarem esse verdadeiro circo de horrores.
Queridos amigos, vocês viram, pode ser fantástico acompanhar um filme de terror antigo sem levar em consideração a tecnologia de 1977. Claro, o filme tem seus defeitos, fica nítido, as formigas gravadas num vidro de uma lente e passadas para a tela; às vezes você percebe que elas além de gigantes, elas também voam, porque elas se apóiam no ar, entre vários outros pequenos detalhes negativos existentes no filme, mas deixamos isso de lado. Filme perfeito não existe e nunca vai existir, algo sempre falha, nem que tenhamos que inventar, mas agora, quero ouvir uma boa notícia! Vocês perceberam a humanidade dos personagens? O quanto criativo é a história? Uma ficção de terror com humanismo, heroísmo, covardia, revolta, amor, etc? Como que num simples filme de Sci-fi pode se esconder tantas moral positiva e negativa, capazes de nos fazer enxergar até um inseto de uma maneira diferente? Este filme é um marco, é uma pena ver que ele perdeu seu publico, mas diante de tanta futilidade cinematográfica contida nas pessoas hoje em dia, surgiu uma luz no fim do túnel. Fizemos uma sessão com a nossa turma de faculdade de Jornalismo deste filme aqui em casa e de acordo com a
'teoria da bala mágica' – fator do estímulo resposta imediato - contida em teoria da comunicação (sábia matéria) todos aqui vibraram, choraram, xingaram Larry e torceram pelos nossos heróis, bem... Podemos ter uma esperança na valorização e resgate dos filmes de terror antigos...nem tudo está perdido.
Para entrar em contato com os irmãos André e Marcos Luiz:
 |
IMPÉRIO DAS FORMIGAS (Empire of the Ants, EUA, 1977). Duração: 89 minutos.
Direção: Bert I. Gordon
Roteiro: Bert I. Gordon; Jack Turley, baseado num romance de H.G. Wells
Produção: Samuel Z. Arkoff; Bert I. Gordon
Desenho de Produção: Charles Rosen
Edição: Michael Luciano
Maquiagem: Ellis Burman Jr.; Guy Del Russo; Romaine Greene; Dave Ayres
Efeitos Especiais: Roy L. Downey
Música: Dana Kaproff
Fotografia: Reginald H. Morris
Elenco: Joan Collins (Marilyn Fryser); Robert Lansing (Dan Stokely); John David Carson (Joe Morrison); Albert Salmi (Xerife Art Kincade); Jacqueline Scott (Margaret Ellis); Pamela Susan Shoop (Coreen Bradford); Robert Pine (Larry Graham); Edward Power (Charlie Pearson); Brooke Palance (Christine Graham); Tom Fadden (Sam Russell); Irene Tedrow (Velma Thompson); Harry Holcombe (Harry Thompson); Jack Kosslyn (Thomas Lawson); Ilse Earl (Mary Lawson); Janie Gavin (Ginny); Norman Franklin (Prefeito Anson Parker); Florance McGee (Phoebe Russell); Jim Wheelus; Mike Armstrong; Tom Ford; Charles Redd
|