FRINGE
(Fringe, EUA, 2008)

Direção: Fred Toye, Brad Anderson e Paul A. Edwards.
Roteiro: J.J. Abrams, Alex Kurtzman, Roberto Orci, David Herschel Goodman, J.R. Orci, Jeff Pinkner Julia Cho, Brad Kane, Zack Whedon, Jason Cahill e Akiva Goldsman.
Produção: J. J. Abrams, Alex Kurtzman e Roberto Orci.
Edição: Jon Dudkowski, Scott Vickrey, Tanya M. Swerling e Luyen H. Vu.
Música: Michael Giacchino.
Elenco: Anna Torv (Agente Olivia Dunham), Joshua Jackson (Peter Bishop), Kirk Acevedo (Agente Charlie Francis), Lance Reddick (Agente Phillip Broyles), Blair Brown (Nina Sharp), Jasika Nicole (Astrid Farnsworth), Mark Valley (John Scott), John Noble (Dr. Walter Bishop) e Michael Cerveris ( O Observador).
Distribuição: Inédito em DVD.


SINOPSE
Quando um acidente aéreo ocorre em Boston, matando de forma misteriosa todos os passageiros e a tripulação, a agente especial do FBI Olivia Dunham é chamada para investigar. Depois que seu parceiro, o agente John Scott, quase morre durante a investigação, Olivia procura desesperadamente por ajuda e acaba encontrando o Dr. Walter Bishop, considerado o Einstein da nossa geração. Só há um problema: Walter esteve internado em uma clínica psiquiátrica pelos últimos 17 anos e a única forma de questioná-lo é pedindo ajuda a Peter Bishop, o estranho filho de Walter que possui um QI de 190.


“Ultrapassando as barreiras da ciência e do fantástico.”

J. J. Abrams acumula sucessos na televisão, como a interminável, mas cultuadíssima, série “Lost” (atualmente na 5ª temporada), o drama para menininhas “Felicity” (84 episódios exibidos entre 1998 e 2002) e o bem sucedido “Alias” (105 episódios entre 2001 e 2006). Sua nova investida, “Fringe”, uma espécie “Arquivo X” repaginado com uma pitada de “Lost”, estreou na Fox gringa em setembro de 2008.
O episódio piloto, um dos mais caros já produzidos pela TV americana (custou cerca de 12 milhões de dólares), foi a melhor audiência de estréia (para uma nova série) em 2008, ultrapassando os 9 milhões de espectadores. A audiência poderia ter sido ainda maior se, por razões misteriosas, o episódio não tivesse vazado na internet meses antes. Alguns críticos acusam Abrams por vazar propositalmente o episódio, interessado em avaliar a aceitação dos internautas e assim prever o possível sucesso da produção após a estréia oficial. Independente se o vazamento foi ou não proposital, o fato é que Abrams acabou alterando determinadas cenas após uma série de críticas pouco positivas vindas daqueles que infringiram as leis de direitos autorais e baixaram da internet o episódio piloto.

Segundo o próprio Abrams, a idéia de “Fringe” é explorar a linha frágil entre a realidade e a ficção científica. A tal fringe science, ou ciência de borda, em português, trataria de assuntos como paranormalidade, precognição, inteligência artificial e teletransporte. Embora a temática seja semelhante à de “Arquivo X”, a abordagem científica dos casos e a origem supostamente terrestre dos eventos seria o maior diferencial entre as séries. Em “Fringe”, a ciência teria avançado a limites inacreditáveis, tornando-se capaz de operar verdadeiros milagres, mas ao mesmo tempo transformando-se numa grande ameaça quando em mãos erradas. Quanto à origem das semelhanças com as aventuras dos agentes Mulder e Scully, Abrams afirmou (e citou outras influências inevitáveis): “... tudo começou quando eu, Alex Kurtzman e Roberto Orci planejávamos voltar a trabalhar juntos em uma série (porque amamos fazer isso em "Alias"). Em seguida, começamos a pensar na série que gostaríamos de ver, e tudo o que vinha eram inspirações de séries como "Além da Imaginação", "Arquivo X", das obras de David Cronenberg e, obviamente, de "Viagens Alucinantes", o longa de Ken Russell”.



A princípio, as maiores referências parecem mesmo terem vindas de “Arquivo X”. A própria abertura de “Fringe” presta, digamos, uma homenagem à série criada por Chris Carter. Ao som da trilha composta por J. J. Abrams, expressões chaves como “animação suspensa”, “cibernética”, “nanotecnologia” e “matéria negra” sobrepõem diversas imagens misteriosas, entre elas uma mãozinha muito parecida com aquela da abertura de “Arquivo X”, que também exibia algumas frases de efeito como “atividade paranormal”, “o governo nega conhecimento” e a mais famosa, “a verdade está lá fora”.

Em “Fringe”, a trama gira em torno do trio de investigadores formado pela oficial do FBI Olívia Dunham (a pouco conhecida e nada carismática Ana Torv), o cientista gênio e doido de pedra Walter Bishop (interpretado por John Noble, o personagem Denethor da série “O Senhor dos Anéis”) e o seu filho, Peter, vivido por Joshua Jackson (do remake “Imagens do Além” e da série “Dawson’s Creek”).



Embora o primeiro episódio de “Fringe” pareça um pouco contido e sem conteúdo, o mistério que foi se construindo com a exibição dos episódios seguintes garante a série um futuro bastante promissor e uma vaga a candidata de fenômeno televisivo. No Brasil, a Fox promete a primeira temporada, com 23 episódios, para o ano de 2009.

ATENÇÃO: a partir deste momento, este texto apresenta vários SPOILERS com relação aos episódios que já foram exibidos na TV americana.



Personagens Principais

Dr. Walter Bishop – formou-se em Harvard, com especializações no Instituto de Tecnologia de Massachusetts e em Oxford. O excêntrico Dr. Bishop fez parte de um programa secreto do Governo Americano chamado A.R.P.A. (Advanced Research Project Agency - Agência de Pesquisas em Projetos Avançados, criada no ano de 1957 por militares e pesquisadores sob a supervisão do presidente Eisenhower em resposta à vitória tecnológica da então União Soviética, quando lançou o primeiro satélite artificial da história, o Sputnik). Seu laboratório era localizado em um porão no prédio Kresge na Universidade de Harvard. Pesquisou e desenvolveu projetos sigilosos envolvendo diversas áreas da chamada ciência marginal, entre elas controle da mente, invisibilidade, projeção astral, mutações genéticas e reanimação. Para os mais desavisados, o ofício de Walter Bishop era apenas uma inofensiva pesquisa para uma companhia de creme dentais. Em 1991, um acidente em uma de suas experiência acaba com a morte de seu assistente.
Walter Bishop é acusado pelas autoridades de homicídio, mas é considerado mentalmente incapaz de ir a julgamento. O cientista permanece internado por 17 anos no Hospital Psiquiátrico St. Claire até o incidente do vôo 627, quando é libertado sob a custódia de seu filho Peter.

Peter Bishop – com um QI altíssimo, herdou toda a genialidade do pai, Walter Bishop. Abandonou os estudos fugindo de dívidas de jogo. Falsificou um diploma de graduação do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, trabalhou como professor universitário de química, publicou artigos científicos até ser descoberto. Foi também bombeiro e piloto de aeronaves. Trabalhava como relações comerciais em Bagdá quando foi obrigado a juntar-se ao grupo de investigadores do FBI liderados pela agente Olívia Dunham.

Olivia Dunham – brilhante agente do FBI, graduada na Universidade de Chapel Hill da Carolina do Norte em Psicologia e criminalística. É designada para liderar uma equipe que deve investigar uma onda de fenômenos inexplicáveis que podem ser apenas a ponta de um grande iceberg. Olivia tenta superar a “suposta” morte de seu parceiro John Scott, com quem estava envolvida emocionalmente.

Phillip Broyles - agente especial do Departamento de Segurança Interna dos EUA formado em Teologia na Universidade de Maryland e Direito na Universidade de Columbia. Broyles é o diretor da divisão que investiga os eventos inexplicáveis que ocorrem em todas as partes do planeta. Ele é interpretado por Lance Reddick, o sinistro Matthew Abbadon, da série co-irmã “Lost”.

Charlie Francis – é amigo e confidente da Agente Olívia Dunham. Trabalha no FBI e é responsável por investigações burocráticas que ajudam a agente a resolver mais rapidamente os seus casos.

Astrid Fansworth – agente do FBI encarregada de auxiliar o Dr. Walter Bishop em seus experimentos nada convencionais.

John Scott – agente federal parceiro de Olívia Dunham. Após a sua suposta morte descobre-se que ele trabalhava como um agente duplo.

Nina Sharp – é a toda-poderosa da Massive Dynamic. Há 16 anos, ela supervisionou a ascensão da empresa desde a sua fundação até o conglomerado internacional e multibilionário em que a MD se transformou. Nina possui bacharelado e mestrado em Engenharia Mecânica. Foi maratonista durante parte de sua juventude até uma competição em Boston no ano de 1997, quando passou mal. Mais tarde descobriu estar com câncer. A doença lhe custou a amputação do braço, que foi futuramente substituído por uma prótese robótica desenhada pelo próprio Dr. William Bell e desenvolvido pela Massive Dynamic.

Guia de Episódios



Episódio 1 – “Piloto”
(exibido em 09/09/2008 na FOX americana)

A mitologia de “Fringe” tem início com um incidente aéreo que culmina na morte bizarra de todos os tripulantes e passageiros (alguém mais lembrou de “Lost” ?). Bizarro por que todos os 147 mortos do vôo 627, que seguia de Hamburgo para Boston, tinham a pele derretida e transparente, com os músculos e os nervos à mostra. A agente especial do FBI Olívia Dunham é então incumbida de investigar o caso. Durante a investigação, o seu parceiro John Scott (Mark Valley, da série “Boston Legal”) quase morre quando é contaminado por um suposto terrorista com a mesma substância misteriosa que matou os passageiros do avião. Em busca de um antídoto, a agente Olívia busca a ajuda do Dr. Walter Bishop, uma espécie de Einstein contemporâneo. O problema é que o cientista esteve internado num manicômio durante os últimos 17 anos e o único que lhe entende é o seu filho, Peter Bishop, um jovem com QI acima de 190 envolvido com transações ilícitas no Oriente Médio. Mas o que parecia um ataque biológico terrorista assume outras dimensões, quando a agente Olívia descobre que outras ocorrências similares vêm acontecendo em diferentes pontos ao redor do mundo.



Experiência de Borda #1

A experiência “de borda” neste episódio acontece quando a agente Olívia decide descobrir a qualquer custo quem são os responsáveis pelo ataque ao vôo 627 e ao seu parceiro, que agora está numa espécie de coma supostamente irreversível. O Dr. Bishop se diz capaz de colocar, através de um arriscado experimento, a agente dentro do cérebro de seu parceiro (que viu os rostos dos vilões) e assim ajudá-la a encontrar os terroristas. Sem muitas opções, a agente Olívia aceita ser submetida ao experimento: ela é drogada e mergulhada num tonel com substancias químicas, num processo muito similar aquele usado pelo cientista de “Viagens Alucinantes” e em “A Cela”. A experiência é um sucesso, mas as respostas que Olívia obtém não são exatamente as que ela esperava. E para aumentar o drama da agente, o seu ex-parceiro é assassinado antes que possa explicar se estava ou não envolvido com os terroristas.



Uma Nova Dharma?

É, o universo de “Fringe” também tem a sua Dharma (aquela organização por trás de todas as sinistrices em “Lost”). Ela se chama Massive Dynamic, uma empresa multibilionária mais poderosa que o governo norte-americano, responsável pela produção de remédios e armamentos, entre outros produtos extraídos da tal ciência marginal. Já neste primeiro episódio, as investigações da agente Olívia a levam à executiva da Massive Dynamic, Nina Sharp, que parece ser a detentora da maioria das respostas aos mistérios de “Fringe”. Obviamente tudo o que envolve a Massive, Nina Sharp e governo americano é um grande mistério, que vai se resolver no decorrer das temporadas. Pelo menos é o que promete Abrams, que já se defendeu alegando que tudo se encaixará como uma grande história (embora se possa assistir os episódios isoladamente) e que os acontecimentos que concluirão a série já estão decididos.

Episódio 2 – “The Same Old Story”
(exibido em 16/09/2008 na FOX americana)





Alguns mistérios que foram apresentados no episódio Piloto começam a ser desenvolvidos, como o passado misterioso do Dr. Walter Bishop, o envolvimento da mega-empresa Massive Dynamic e o tal do Padrão. O Padrão seria o nome, irônico a princípio, para a série de eventos inacreditáveis que estão acontecendo ao redor do mundo. Digo irônico por que na verdade eles fogem do que seria o padrão, pelo menos para a ciência como conhecemos.

O Padrão neste segundo episódio se manifesta através de um homem que tenta de qualquer maneira retardar o seu rápido envelhecimento. Para sobreviver tornou-se um serial killer, passando a roubar as glândulas pituitárias de suas vítimas.

O episódio tem um prólogo muito bom. Esta seqüência inicial mostra um casal num motel. Enquanto o “namorado” está no banheiro, a mulher começa a se contorcer na cama. Algo parece se mover dentro de sua barriga. Indo direto ao ponto: alguns minutos depois da relação sexual, a mulher já está grávida, e o bebê se desenvolvendo numa velocidade assustadora. A mulher morre ao dar a luz. O pai foge. O filho continua envelhecendo rapidamente e em poucas horas está com uma idade superior aos 80 anos.



Como era de se esperar, este é mais um caso para o trio de investigadores encabeçado pela agente Olívia Dunham. Neste episódio, começa a ficar evidente que a maioria dos eventos do chamado Padrão curiosamente foi estudado pelo Dr. Bishop durante a juventude. Teria o cientista alguma culpa nas manifestações bizarras que vêm acontecendo?

Por coincidência, o enredo deste segundo episódio lembra “O Assassino Imortal”, o segundo episódio (!) da primeira temporada de “Arquivo X”, que contava a história de um mutante que não envelhecia, mas que para manter-se imortal precisava comer o fígado de suas vítimas.

Experiência de Borda #2

Dr. Bishop cita uma fala supostamente do escritor Julio Verne para explicar o experimento que pode ajudar a achar o pai da criança-que-envelheceu-oitenta-anos-em-duas-horas: “a última imagem vista em vida no momento da morte é permanentemente a retina do olho.” A idéia proposta pelo cientista é “imprimir” a imagem vista por uma das vítimas do assassino na hora de sua morte. Mas para isso ele precisa de uma câmera com uma tecnologia muito avançada cuja patente pertence à Massive Dynamic. A situação leva a agente Dunham a um novo encontro com a poderosa executiva Nina Sharp.

Episódio 3 – “The Ghost Network”
(exibido em 23/09/2008 na FOX americana)

Na Catedral de Santa Ana, um homem confessa a um padre a capacidade de prever o futuro. Ele diz ter medo de uma tragédia que está prestes a acontecer, envolvendo um ônibus. O suposto vidente deixa o confessionário. O religioso não acredita no que o homem disse, mas se espanta com um desenho, caído no chão, representando pessoas sofrendo terrivelmente. Corta para uma cena dentro de um ônibus. Um homem bem vestido furta uma maleta de uma mulher. O homem coloca então uma máscara de gás e joga um objeto no corredor do ônibus. O objeto começa a soltar uma fumaça, as pessoas começam a se sufocar enquanto o homem misterioso sai calmamente do ônibus. De algum modo o gás se torna sólido, “concretando” todos dentro do ônibus. A cena é horrível e a polícia novamente suspeita de um ataque biológico terrorista. Apenas os agentes do FBI sabem que se trata de mais um evento envolvendo o misterioso “Padrão”.



O primeiro suspeito do ataque ao ônibus é o vidente que anunciou a tragédia. Quando agentes do FBI invadem o seu apartamento, eles descobrem dezenas de desenhos e até algumas esculturas envolvendo os incidentes do chamado “Padrão”, inclusive a contaminação dos passageiros do vôo 627 mostrada no primeiro episódio. O suspeito é preso, mas alega inocência afirmando que é Deus quem lhe conta os acontecimentos do futuro.

O único capaz de resolver tal enigma é o Dr. Walter Bishop e novamente temos um evento semelhante ao pesquisado pelo médico na década de 70. Surge também um novo nome suspeito, William Bell, um outro cientista que trabalhou com Walter Bishop. Bell parece ter sido o fundador da Massive Dynamic, provavelmente utilizando as tecnologias desenvolvidas por Bishop.



Enquanto Dr. Bishop procura recriar em laboratório a substância que matou as pessoas no ônibus, Olívia e Peter descobrem que os compostos usados na formulação da substância são industrializados apenas por três empresas, todas elas ligadas a Massive Dynamic. Descobrem também que uma das vítimas do ataque “terrorista” era uma agente do DEA infiltrada que tentava fugir de um Cartel Nicaragüense, após descobrir que eles estavam envolvidos com o “Padrão”.

Nesse meio tempo o Dr. Walter Bishop consegue recriar a substância e está investigando a habilidade de Roy (o vidente que previu algumas manifestações do Padrão).

Experiência de Borda #3

Após alguns exames, descobre-se uma alta concentração de um metal na corrente sanguínea de Roy. É neste momento que o cientista se recorda de um de seus antigos projetos, a “Rede Fantasma”. Neste experimento financiado pelo governo americano, uma pessoa normal era transformada numa espécie de receptor de sinais que trafegavam num novo espectro de onda, descobertos por ele e pelo amigo na época, Dr. Bell. Portanto, Roy não era exatamente um vidente, mas sim alguém que sofreu uma experiência que lhe transformou num receptor ambulante. Para a surpresa maior, Roy se lembra de ter participado como voluntário num antigo experimento na Faculdade de Harvard. E agora Roy está em sintonia com as pessoas por trás dos atentados ligados ao “Padrão”, que estão utilizando o espectro de onda descoberto por Walter Bishop.

Bom, daí para o Dr. Bishop enfiar ferros e fios na cabeça do vidente é apenas uma questão de tempo. O cientista redireciona então o sinal captado pelo corpo de Roy para um aparelho onde podem ouvir a comunicação dos terroristas (um diálogo em latim!) e assim determinar a sua localização.



Na invasão do FBI ao esconderijo dos terroristas, a agente Olívia recupera a maleta do começo do episódio (aquela que o homem rouba da mulher dentro do ônibus, antes de liberar a substância mortal). Na maleta há um pequeno e estranho objeto, que Olivia entrega para o seu superior, Phillip Broyles.

O episódio termina mostrando duas cenas intrigantes: Broyles entregando o objeto da maleta para a executiva Nina Sharp, acontecimento que coloca em xeque as suas boas intenções. Em seguida vemos o Agente John Scott (ex-parceiro e ex-namorado de Olívia, do primeiro episódio, que estava “teoricamente” morto) deitado em uma cápsula. Num monitor de computador podemos ler: “John Scott – Conexão Estabelecida – Transferência de Dados Iniciada”.

Curiosidades

- Assim como a série “Heroes”, foi lançado pela editora norte-americana DC Comics uma versão em quadrinhos complementando a mitologia de “Fringe”. A primeira edição da minissérie de seis partes saiu em setembro de 2008, com texto de Zack Whedon, Julia Cho, Alex Katsnelson e Denielle Dispaltroos. A arte ficou por conta de Tom Mandrake e Simon Coleby.



- No dia 26 de Julho de 2008 foi criado o misterioso site www.imaginetheimpossibilities.com, com diversas evidências do que seria o “Padrão”.

João Pires Neto




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