No final dos anos 1950, o desgaste natural do cinema de Horror fez com que o gênero enfrentasse perdas significativas de audiência para a televisão. Nesse momento, a nostálgica produtora inglesa de filmes fantásticos "Hammer", que entrou em atividade após a Segunda Guerra Mundial comandada por Michael Carreras e Anthony Hinds, surgiu com a idéia de revitalizar o gênero trazendo novamente às telas do cinema os famosos monstros sagrados "Drácula", "Criatura de Frankenstein", "Múmia", "Fantasma da Ópera", "Lobisomem", entre outros, os quais haviam sido largamente filmados em preto e branco nas décadas anteriores pelo saudoso estúdio americano "Universal", com Boris Karloff, Bela Lugosi e Lon Chaney Jr., entre outros.


Porém, dessa vez com fotografia em cores e o vermelho vivo do sangue, foram produzidos uma infinidade de clássicos como "
A Maldição de Frankenstein" (57) e "
O Vampiro da Noite" (58), lançando atores que se transformaram em ícones absolutos do Horror como Christopher Lee e
Peter Cushing, e diretores e roteiristas que se tornaram nomes conhecidos no gênero como
Terence Fisher, Val Guest, Jimmy Sangster, Freddie Francis, John Gilling, Roy Ward Baker e Alan Gibson, entre outros.
O primeiro filme do gênero fantástico da
"Hammer" foi
"Terror Que Mata" (The Creeping Unknown / The Quatermass Xperiment, 55), baseado numa série de TV de 1953, numa história misturando elementos de Ficção Científica e Horror e apresentando um astronauta que ao retornar de uma missão no espaço é dominado por um alienígena e se transforma num terrível monstro ameaçador para a humanidade. A partir daí, vieram dezenas de outros filmes que se imortalizaram dentro da história do gênero e que são cultuados até hoje, várias décadas depois, por uma legião imensa de fãs.
A maior característica de seus filmes era a ambientação com fascinantes cenários góticos, através de imponentes castelos repletos de aposentos imensos, cercados por uma floresta fantasmagórica, com cemitérios particulares e suas lápides de pedra e túmulos envoltos numa névoa sinistra, sem contar as pequenas aldeias de camponeses supersticiosos e constantemente assustados, os laboratórios cobertos de aparelhos elétricos, líquidos borbulhantes e tubos de ensaio, as famílias atormentadas por alguma antiga maldição, e o tradicional modo de vida aristocrático das damas e cavalheiros da época.
E o sucesso dos primeiros filmes do estúdio tem explicação em alguns fatores importantes como a fotografia colorida, a utilização de uma mesma equipe de produção e elenco, e o uso inteligente dos recursos disponíveis diminuindo os custos de produção.
O ápice de consagração da
"Hammer" foi durante os nostálgicos anos 60, onde se concentrou a maioria de seus melhores filmes, sendo que de uma forma inevitável suas produções acabaram se desgastando com o passar dos anos, ao apresentar poucas novidades e um uso exagerado de fórmulas repetitivas e clichês exaustivamente explorados, perdendo gradativamente o interesse do público e culminando com uma safra de filmes de menor expressão a partir do início de 1970 até meados dessa década, com o fechamento do estúdio.
O grande rival da
"Hammer" era a também famosa
"Amicus", responsável por diversos outros filmes igualmente maravilhosos, se especializando em antologias de várias histórias de horror contadas de forma independente ou amarradas a partir de um tema central, como "
A Casa Que Pingava Sangue" (70), com a dupla Christopher Lee e
Peter Cushing, e "
Asilo Sinistro" (72), com episódios escritos por Robert Bloch.


Para tentar recuperar o prestígio perdido, a
"Hammer" procurou algumas alternativas para os rumos de suas produções. A partir de 1970 foi lançada a chamada
"trilogia Karnstein", com filmes baseados na obra literária de Sheridan Le Fanu, iniciando uma nova fase do estúdio, considerada bastante ousada por mostrar pela primeira vez o erotismo de belas mulheres vampiras semi nuas em sensuais cenas de lesbianismo. Vieram então "
Camilla, a Vampira de Karnstein / Os Amantes Vampiros" (The Vampire Lovers, 70), dirigido por Roy Ward Baker e com
Peter Cushing e a bela Ingrid Pitt, seguido no ano seguinte por "
Luxúria de Vampiros" (Lust For a Vampire, de Jimmy Sangster), com a beleza inigualável de Yutte Stensgaard, e "
As Filhas de Drácula" (Twins of Evil, de John Hough), com as gêmeas Madeleine e Mary Collinson e o sempre presente
Peter Cushing.
Outra alternativa adotada pela
"Hammer" foi alterar a tradicional ambientação gótica de seus filmes tradicionais de vampiros transportando as ações para um tempo mais moderno, atualizado com a época da produção, trocando os castelos, as pequenas e isoladas aldeias e as carruagens pelos enormes prédios e automóveis da tumultuada vida urbana da Inglaterra dos anos 70. Surgiram então filmes como
"Drácula no Mundo da Mini Saia" (Dracula AD 1972) e "
Os Ritos Satânicos de Drácula" (73), que não tiveram a receptividade esperada, contribuindo para que a produtora encerrasse suas atividades poucos anos depois.
Porém, ainda no início dos anos 80, a
"Hammer" lançou um programa de televisão chamado
"A Casa do Horror", com a exibição de filmes de duração mais curta em produções típicas para a TV, apresentando interessantes histórias de horror e que até hoje ainda deixam saudades.
No final desta página há uma listagem com filmes da
"Hammer" dentro do gênero fantástico (FC / Horror / Suspense) que foram lançados no Brasil, seja na televisão ou mercado de vídeo VHS ou DVD. No caso de DVD, os filmes estão marcados com um (*). A lista contém o nome nacional, título original, ano de produção e o diretor.
"Hammer - A Casa do Horror" - artigo # 241 - data: 20/04/04
Renato Rosatti
HAMMER FILMS
Por Orivaldo Leme Biagi
O passar dos anos continua sendo um fenômeno interessante: na virada dos anos 70 para os 80, as redes de televisão brasileira mostravam, toda a semana, a produção de horror da
Hammer Films. Record e Bandeirantes, principalmente, mantinham sessões de filmes de terror e figuras como Christopher Lee e
Peter Cushing não paravam de passar nas noites de sexta-feira e sábado. Na época eram grandes novidades, tanto quanto os clássicos do
Alfred Hitchcock recém liberados para a televisão. O sucesso foi tanto entre a garotada da época que as emissoras chegavam a repetir os mesmos filmes várias e várias vezes, inclusive no mesmo mês.
O tempo passou e, hoje em dia, é quase impossível encontrar um bom filme da Hammer, tanto na televisão quanto nas locadoras de vídeo. A produção de filmes de terror da década de 80, trash ou não, substituiu os antigos clássicos da produtora inglesa. A violência e sexo que fez a fama da Hammer na virada das décadas de 50 e 60 (e nos mantinham acordados na virada das décadas de 70 e 80, para desespero de nossos pais) pareciam insignificantes perante os novos (e cada vez mais violentos e sexuais) tempos. Mas, mesmo assim, a Hammer fez história e vamos tentar contá-la um pouco.
O estúdio
Hammer nasceu em 1948, fundado por Will Hammer e Sir John Carreras, dentro da lógica de que os filmes de terror deveriam ser de entretenimento, contando uma boa história, lógica defendida por Carreras e referendada por Hammer. Apesar dos orçamentos baixos, o estúdio lançou filmes dentro dos padrões de Hollywood e, quando se tratava de filmes de terror especificamente, da tradição teatral inglesa e francesa, principalmente com base no Théâtre Grand Guignol, de Paris.


Foi a televisão quem, indiretamente, faria com que o estúdio tivesse seus primeiros sucessos: a televisão britânica produziu na década de 50 uma série de ficção-científica chamado
The Quatermass Experient, baseada no personagem Bernard Quatermass, cientista que enviara um foguete para o espaço e, quando este retornou, trouxe junto uma forma de vida alienígena que tomou conta do corpo do astronauta enviado para comandar a missão. A Hammer fez um versão cinematográfica da série,
The Quatermass Xperient, em 1955, logo seguido de continuações:
X the Unknown, de 1956;
Quatermass II, de 1957. O sucesso destes filmes e dos monstros alienígenas que eles apresentavam estimulou o estúdio a investir em criaturas monstruosas terrestres e, como a Universal Pictures estava parando sua produção de filmes de terror, os donos da Hammer fizeram um acordo com o estúdio norte-americano conseguindo os direitos de Frankenstein e Drácula.
Para surpresa do mundo cinematográfico (e da própria Hammer), o filme
The Course of Frankenstein (dirigido por
Terence Fisher, com roteiro de Jimmy Sangster e estrelado pelos até então desconhecidos
Peter Cushing e Christopher Lee) tornou-se um inusitado sucesso de bilheterias. Filmado em Technicolor, o filme mostrou o personagem de Mary Shelley como nunca tinha sido visto até então: com cores e bastante violência. Utilizando-se da mesma equipe do filme anterior, o estúdio produziu e lançou (junto com a Universal, que, além de financiar metade do filme, fazia a distribuição internacional)
Horror of Dracula, filme que fez um sucesso ainda maior do que seu antecessor e imortalizou Lee como o segundo grande Drácula do cinema (o primeiro tinha sido o eterno Bela Lugosi).
A partir destes dois filmes, a Hammer não parou mais de produzir e fazer sucesso. Com histórias simples, aproveitando-se da imagem popular dos personagens de terror, usando habilmente as cores e o sexo (as mulheres eram escolhidas pela sua beleza, sensualidade e seios grandes, sendo que quase sempre eram vestidas com roupas de decotes bastante generosos). Christopher Lee faria várias vezes o personagem Drácula e
Peter Cushing seria conhecido como o
"Cavalheiro do Horror".
Mas nem tudo foram glórias para o estúdio, pois a crítica especializada jamais o perdoou pela utilização dos estereótipos dos personagens sem acrescentar coisa alguma de diferente ou "profundo", crítica esta que não deixa de ser uma grande injustiça: tanto
Terence Fisher quanto Jimmy Sangster trabalharam excepcionalmente bem sobre os estereótipos, mas jamais deixaram de se preocupar em fazer, acima de tudo, uma história de terror e entretenimento. E, além da crítica, a censura inglesa atuava de maneira firme: o estúdio comprou os direitos do clássico livro de vampiros
I Am Legend, de Richard Matheson (que iria, inclusive, fazer o roteiro), mas foi informada que, caso tal obra fosse filmada, não seria permitida o seu lançamento nos cinemas da Inglaterra. Apesar destes problemas, a Hammer fez grande sucesso na década de 60 com Lee (como Drácula) e Cushing (com sua figura simples, porém apavorante).


O sucesso do estúdio começaria a entrar em declínio no começo dos anos 70. Além de surgirem outros estúdios para rivalizarem com ela, como a
Amicus (cujo maior sucesso foi
A Casa que Pingava Sangue (The House That Dripped Blood, 1970), o mundo mudara e a Hammer já não era mais o grande referencial do mundo do terror, principalmente depois dos filmes
O Bebê de Rosemary (Rosemary's Baby) e
A Noite dos Mortos-Vivos (The Night of the Living Dead), ambos de 1968. A polêmica (e estrondoso sucesso) do primeiro e a violência explícita do segundo foram decisivos para abrir os parâmetros do horror da década seguinte, parâmetros estes difíceis demais para a Hammer se contrapor.
Mesmo assim, o estúdio tentou bravamente: além de voltar a produzir filmes tendo Lee como Drácula (três filmes seriam produzidos nesta época:
Scars of Dracula, 1971;
Dracula A.D. 1972, 1972 e
The Satanic Rites of Dracula, 1973), ele tentou recuperar a clássica história de Sheridan Le Fanu, Carmilla, utilizando-se de bastante violência e lesbianismo:
Vampire Lovers (1970) e
Lust for a Vampire (1971, este com o roteirista Sangster na direção) são ótimas adaptações sobre a obra de Fanu e chegaram a fazer relativo sucesso, dando alguns suspiros para o estúdio, mas não o bastante. Outros dois filmes neste estilo seriam produzidos, mas sem o efeito de bilheteria dos dois primeiros.
O estúdio tentou juntar o vampirismo típico da Hammer com o filão de artes marciais, produzindo o curioso
The Legend of the Seven Golden Vampires, de 1974, tendo Cushing interpretando o Dr. Van Helsing que, para caçar Drácula, viaja até a China, encontra um caçador de vampiros chinês, Hsu Tien-an. A Warner Brothers recusou-se a distribuir o filme e, com este fracasso, o clássico estúdio inglês faliria. Ray Skeggs comprou o estúdio em 1976 que, desde então, vem vivendo da venda dos direitos dos filmes para a televisão e vídeo dos clássicos antigos. A chama do estúdio foi mantida, desde 1976. através do seu fanzine,
The House of Hammer.
Orivaldo Leme Biagi, Doutor em História pela UNICAMP, Professor das Faculdades Atibaia (FAAT) e Membro da Academia Literária Atibaiense (ALA).
FILMES DA HAMMER LANÇADOS NO BRASIL
| Nome Nacional | Nome Original | Ano | Direção |
| Terror Que Mata | The Creeping Unknown / The Quatermass Xperiment | 1955 | Val Guest |
| O Estranho de Um Mundo Perdido | X, The Unknown | 1956 | Leslie Norman |
| O Monstro do Himalaia | The Abominable Snowman | 1957 | Val Guest |
| A Maldição de Frankenstein (*) | The Curse of Frankenstein | 1957 | Terence Fisher |
| A Usina dos Monstros | Quatermass 2 - Enemy From Space | 1957 | Val Guest |
| O Vampiro da Noite (*) | Horror of Dracula | 1958 | Terence Fisher |
| A Vingança de Frankenstein | The Revenge of Frankenstein | 1958 | Terence Fisher |
| O Cão dos Baskervilles | The Hound of the Baskervilles | 1959 | Terence Fisher |
| A Múmia | The Mummy | 1959 | Terence Fisher |
| O Homem Que Enganou A Morte | The Man Who Could Cheat Death | 1959 | Terence Fisher |
| As Noivas do Vampiro | The Brides of Dracula | 1960 | Terence Fisher |
| O Monstro de Duas Caras | The Two Faces of Dr. Jekyll | 1960 | Terence Fisher |
| A Maldição do Lobisomem | The Curse of the Werewolf | 1961 | Terence Fisher |
| Criaturas da Noite | Captain Clegg | 1962 | Peter Graham Scott |
| O Fantasma da Ópera | The Phantom of the Opera | 1962 | Terence Fisher |
| O Beijo do Vampiro | Kiss of the Vampire | 1963 | Don Sharp |
| A Velha Casa Assombrada | The Old Dark House | 1963 | William Castle |
| Os Malditos | The Damned / These Are the Damned | 1963 | Joseph Losey |
| Paranóico | Paranoic | 1963 | Freddie Francis |
| A Maldição da Múmia | The Curse of the Mummy's Tomb | 1964 | Michael Carreras |
| O Monstro de Frankenstein | The Evil of Frankenstein | 1964 | Freddie Francis |
| A Górgona | The Gorgon | 1964 | Terence Fisher |
| Cilada Diabólica | Nightmare | 1964 | Freddie Francis |
| Nas Garras do Ódio | The Nanny | 1965 | Seth Holt |
| A Deusa da Cidade Perdida | She | 1965 | Robert Day |
| Drácula - O Príncipe das Trevas (*) | Dracula - Prince of Darkness | 1966 | Terence Fisher |
| Um Milhão de Anos A.C | One Million Years B.C. | 1966 | Don Chaffey |
| A Epidemia de Zumbis (*) | The Plague of the Zombies | 1966 | John Gilling |
| Rasputin - O Monge Louco | Rasputin - The Mad Monk | 1966 | Don Sharp |
| A Serpente (*) | The Reptile | 1966 | John Gilling |
| A Face do Demônio | The Witches / The Devil's Own | 1966 | Cyril Frankel |
| E Frankenstein Criou a Mulher | Frankenstein Created Woman | 1967 | Terence Fisher |
| O Sarcófago Maldito | The Mummy's Shroud | 1967 | John Gilling |
| Uma Sepultura na Eternidade | Five Million Years to Earth/Quatermass and the Pit | 1967 | Roy Ward Baker |
| Mulheres Pré-Históricas | Slave Girls / Prehistoric Women | 1967 | Michael Carreras |
| As Bodas de Satã | The Devil Rides Out | 1968 | Terence Fisher |
| Drácula - O Perfil Do Diabo | Dracula Has Risen From the Grave | 1968 | Freddie Francis |
| Jornada do Terror | Journey Into Midnight | 1968 | Roy Ward Baker |
| O Continente Esquecido | The Lost Continent | 1968 | Michael Carreras |
| A Vingança da Deusa | The Vengeance of She | 1968 | Cliff Owen |
| Frankenstein tem que ser Destruído | Frankenstein Must be Destroyed | 1969 | Terence Fisher |
| Gangsters na Lua | Moon Zero Two | 1969 | Roy Ward Baker |
| O Sangue de Drácula | Taste The Blood of Dracula | 1970 | Peter Sasdy |
| Horror de Frankenstein (*) | The Horror of Frankenstein | 1970 | Jimmy Sangster |
| O Conde Drácula (*) | Scars of Dracula | 1970 | Roy Ward Baker |
| Carmilla - A Vampira de Karnstein | The Vampire Lovers | 1970 | Roy Ward Baker |
| Quando os Dinossauros Dominavam a Terra | When Dinosaurs Ruled the Earth | 1970 | Val Guest |
| Sangue no Sarcófago da Múmia | Blood From the Mummy's Tomb | 1971 | Michael Carreras |
| A Condessa Drácula | Countess Dracula | 1971 | Peter Sasdy |
| Criaturas que o Mundo Esqueceu | Creatures the World Forgot | 1971 | Don Chaffey |
| O Médico e a Irmã Monstro | Dr. Jekyll and Sister Hyde | 1971 | Roy Ward Baker |
| Nas Mãos do Estripador | Hands of the Ripper | 1971 | Peter Sasdy |
| Luxúria de Vampiros (*) | Lust for a Vampire | 1971 | Jimmy Sangster |
| As Filhas de Drácula | Twins of Evil | 1971 | John Hough |
| Demônios da Mente | Demons of the Mind | 1972 | Peter Sykes |
| Drácula no Mundo da Minissaia | Dracula A.D. 1972 | 1972 | Alan Gibson |
| O Vampiro e a Cigana | Vampire Circus | 1972 | Robert Young |
| Capitão Cronos | Kronos / Captain Kronos / Vampire Hunter | 1973 | Brian Clemens |
| Os Ritos Satânicos de Drácula (*) | The Satanic Rites of Dracula/Count Dracula and His Vampire Bride | 1973 | Alan Gibson |
| A Lenda dos Sete Vampiros | The Legend of the Seven Golden Vampires | 1974 | Roy Ward Baker |
| Uma Filha Para o Diabo | To the Devil a Daughter | 1976 | Peter Sykes |
| Mistérios na Bavária | The Lady Vanishes | 1979 | Anthony Page |
(*) Em DVD no Brasil
OBS.: Alguns outros filmes que não foram ainda lançados no Brasil:
"The Stranglers Of Bombay", de Terence Fisher (60),
"The Full Treatment / Stop Me Before I Kill", de Val Guest,
"Shadow of the Cat", de John Gilling,
"Taste of Fear", de Seth Holt,
"The Terror of the Tongs", de Anthony Bushell (todos de 61),
"Maniac", de Michael Carreras (63),
"Fanatic Die! Die! My Darling", de Silvio Narizzano,
"Hysteria", de Freddie Francis (ambos de 65),
"Crescendo", de Alan Gibson (70),
"Straight on Till Morning", de Peter Collinson,
"Fear in the Night", de Jimmy Sangster (ambos de 72),
"Frankenstein and the Monster From Hell", de Terence Fisher (73),
"Shatter", de Michael Carreras & Monte Hellman (74).
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