RESIDENT EVIL: A EXTINÇÃO

por Gabriel Paixão

"Ação demais e roteiro desconexo desvirtuam a terceira parte da franquia"


Quero começar com uma pequena retrospectiva pessoal: como jogador tenho lembranças excelentes da série de games Resident Evil. Só para terem uma dimensão do meu respeito, cheguei a passar seis horas direto em frente a televisão plugado no meu Dinostation terminando Resident Evil I por ainda não ter um mísero Memory Card - o mesmo envolvimento que eu tive com os jogos da série para Game Boy Color, Dreamcast e mais recentemente Playstation 2 (confira uma breve retrospectiva dos games no final deste artigo).

E foi com a visão de jogador (que quase sempre é parcial) e não de cinéfilo que conferi os dois primeiros capítulos cinemáticos de Resident Evil - e, sob pena de ser assado em brasa lenta por quem estiver lendo, assumo que gostei de ambos, em especial o segundo.

Por conta disso não é de se admirar que estava conferindo foto a foto, notícia a notícia e
trailer a trailer, os eventos que cercavam esta terceira continuação e o que eu via não me agradava muito, parecia uma versão zumbificada de MAD MAX... Mas o tempo foi tornando receio em expectativa e quando foi finalmente lançado no Brasil, lá estava eu na fila para curtir a nova aventura. Fui, vi e não gostei.

Porém após discutir com meus colegas infernautas no fórum (e você cara-pálida? Ainda não se cadastrou por quê? Clique Aqui) e lendo mais sobre o assunto percebi que a maioria destas opiniões divergia da minha. E como poucas vezes fiz anteriormente, resolvi dar uma segunda chance e assisti novamente - desta vez acompanhado pelos dois filmes anteriores - todavia isso só serviu para calcar ainda mais minha opinião. Mas tudo ao seu tempo, vamos saber um pouco mais do roteiro deste terceiro filme:



Começamos com a habitual narração em Off de Alice (mais uma vez Milla Jovovich) explicando o que aconteceu no espaço de tempo que separa RE: APOCALIPSE deste filme. Com isto sabemos que a infecção causada pelo vírus T, desenvolvido pela corporação Umbrella, não foi contida em Raccoon City e se espalhou por todo o mundo. Assim tudo o que sobrou dos Estados Unidos foi um cenário desértico, desolador e repleto de gangues que não têm função alguma na trama.

Alice - como vimos no final do filme anterior - foi modificada geneticamente e está mais fodastica do que nunca (por fodástica quero dizer também que ela faz muitas poses e cara de sexy como o diretor Russell Mulcahy faz questão de mostrar) e passa a vida fugindo da Umbrella que pode localizá-la com seu satélite todas as vezes que ela usa seus poderes.



Do lado da Umbrella, o Dr. Sam Isaacs (Iain Glen de A SÉTIMA VITIMA reprizando o papel) tenta a todo custo matar dois coelhos com uma cajadada só: criar uma cura para o vírus T através de clones de Alice feitas com seu sangue e domesticar os zumbis para que eles sejam úteis e não apenas comedores de carne humana. Os clones são submetidos a duros testes de sobrevivência em uma réplica da mansão Spencer e em locações na cidade de Raccoon City, porém todas falham e são sistematicamente jogadas em uma vala do lado de fora do complexo, localizado no meio do deserto de Nevada e cercado de mortos-vivos. O soro também não obteve sucesso, e seu chefe, Albert Wesker (Jason O'Mara), está ficando pau da vida com o fracasso de Sam.

Enquanto isso, Claire Redfield (Ali Larter, a Niki Sanders do seriado HEROES) e os que sobraram no filme anterior - Carlos Olivera (Oded Fehr de A MÚMIA e O RETORNO DA MÚMIA) e L.J. (Mike Epps) junto com K-Mart (Spencer Locke de A CASA MONSTRO), Mikey (Christopher Egan de ERAGON) e Betty (a cantora Ashanti) - comandam um comboio que varre os Estados unidos em busca de outros sobreviventes da catástrofe, comida e combustível. Numa dessas excursões L.J. é mordido, e, como em todo filme de zumbi que se preze, o cagão esconde o fato de todo mundo. E a sorte não é o forte deles, porque já na manhã seguinte eles se deparam com uma horda violenta de corvos feitos em computador (que me fez lembrar como a vida é miserável), mas quem chega para salvar o dia? Alice, claro! Com sua sexy roupa feita em couro e seus superpoderes telecinéticos, ela despacha os bichinhos de volta para o inferno. Betty morre entre outros figurantes, e Alice conhece Claire. O grupo decide ir a devastada Las Vegas procurar por suprimentos.



De volta a Umbrella, Isaacs descobre onde está Alice após o evento dos corvos e decide mandar um container de super-zumbis feitos com o sangue dela (!) por conta própria - ou seja, contra as ordens de Wesker - com o objetivo de neutralizar Alice. Os mortos-vivos encontram o comboio e acontece o único ataque do filme: o acontecimento é caótico, muitas pessoas morrem, L.J. vira um zumbi e morde Carlos antes de levar um tiro.

No meio da bagunça, Isaacs consegue a localização de Alice e usa o satélite para tentar "desligá-la" e controlar suas ações, todavia ela não só resiste quanto ainda destrói um chip do satélite, é mole?! Já que agora é pessoal, ela quer vingança e encontra Isaacs nos arredores comandando a operação, mas o bastardo tenta fugir num helicóptero - e como a justiça poética manda - ele é mordido por um zumbi antes de levantar vôo.



Os remanescentes do comboio vão atrás do laboratório da Umbrella por dois motivos: Alice quer encerrar o assunto com Isaacs e o restante quer o helicóptero e fugir para o Alaska onde se acredita ser um local mais seguro. Contudo o doutor tem um surto de loucura e testa todos os soros desenvolvidos em si mesmo (talvez uma alusão ao game Resident Evil 2 onde acontece coisa semelhante).

Como podem perceber o filme é afundado em clichês de filmes do gênero (pessoa mordida que esconde o ferimento por medo de morrer, herói machão que se sacrifica pelo bem maior, cientista egocêntrico que vai contra o bom senso em prol de suas idéias estapafurdias, entre vários outros) e não apenas os clichês, mas existem regras para filmes de zumbis que foram ignoradas. Por exemplo, não se colocam zumbis em campo aberto e durante o dia, justamente porque isso NÃO É aterrorizante. Ao optar por este tipo de ação e trabalhar em cima destes conceitos, o diretor Russell Mulcahy (cujo maiores sucessos foram os dois primeiros filmes da franquia HIGHLANDER) mostrou que não tem talento o suficiente para fazer um bom filme - ora, Russell não é nenhum Alexandre Aja.



Ainda sobre a direção, Russel não quis nem saber que nós espectadores podemos, sim, ter Q.I. acima de 70 pontos e sabermos que muito do suspense ou mesmo das partes mais agitadas podem ser facilmente sugeridas, e não sempre jogadas na nossa cara como se não soubéssemos o que se passa.

Todavia de todos os problemas que eu tenho particularmente com RE: A EXTINÇÃO, o maior deles se chama Paul W.S. Anderson, diretor do primeiro filme e roteirista de todos os três: de uma maneira negligente, ele simplesmente fez uma adaptação risível do jogo e desconstruiu a continuidade da seqüência de eventos da franquia. Explico: ao transferir a ação da velha conhecida Racoon City para uma cidade real descaracterizada como Las Vegas, Anderson tirou totalmente o ambiente limitado e claustrofóbico que nos remetia ao jogo e inseriu elementos pós-apocalipticos que estão mais para FUGA DO BRONX ou como o já citado MAD MAX.



ATENÇÃO: Abaixo um spoiler de RE: APOCALIPSE, caso não tenha assistido pule para o próximo parágrafo.

Nota-se que não houve cuidado em ligar o final de APOCALIPSE com A EXTINÇÃO, pois como sabemos, ao final do segundo filme, Carlos, L.J. e Jill Valentine (interpretada por Sienna Guillory) passam a trabalhar para a Umbrella e Alice é submetida a uma experiência misteriosa que a transforma em uma exterminadora violenta com poderes telecinéticos. Ao invés de contar como os heróis "viraram a casaca" e quais eram os planos da corporação com a libertação de Alice, o roteirista optou pela saída mais fácil: ignorou tudo, excluiu Jill da história sem dar explicação alguma e começou tudo praticamente do zero.

Os personagens secundários que pertencem à franquia ficaram muito sub-aproveitados e servem apenas para serem salvos por Alice e seus novos superpoderes: Claire Redfield, por exemplo, não lembra nem de muito longe a ruiva que explodiu trocentas cabeças de mortos-vivos em busca de seu irmão no game Resident Evil 2 e o traidor Albert Wesker de RE 1 e RE: Code Verônica aqui tem duas ou três falas, todas elas sem a menor importância na trama geral. Aliás, você só tem a certeza de que são eles mesmos durante os créditos finais, pois o roteiro não tem a decência de dizer o sobrenome dos personagens.



O elenco continua razoável na mesma média dos anteriores, porém com duas observações: Ali Larter é uma excelente atriz que dignifica Claire Redfield, contudo o espectador não consegue deixar de associar sua feição com o seriado HEROES o que desvirtua a personagem, talvez neste caso os produtores devessem escolher uma profissional menos badalada para o papel. E o enfoque em Milla Jovovich (ainda maior que os anteriores) e suas poses fazem o filme parecer uma versão de ULTRAVIOLETA no deserto.

Todavia é preciso dizer que é claro que o próprio game Resident Evil nunca foi um jogo de terror como Silent Hill, Clock Tower, Fatal Frame, entre outros. Sempre se tratou de ação e quebra-cabeças envolvendo elementos de terror e tanto RESIDENT EVIL quanto RE: APOCALIPSE transmitiram esta atmosfera. E neste aqui a porrada é quase incessante, situando-se neste o único motivo para se assistir RE: A EXTINÇÃO. Neste aspecto, Russell Mulcahy e o roteirista Anderson optam pelo limiar entre a realidade e o ridículo com a nova gama de poderes de Alice, mas que no frigir dos ovos funciona bem.



Para finalizar, meu sentimento com relação ao filme é que foi como uma brincadeira sem graça que talvez eu tenha levado a sério demais dado o carinho que tenho com a obra Capcom e seus mais de 10 anos de serviços prestados. Vale apenas pela ação, contudo pancadaria por pancadaria neste caso é muito pouco para mim, mesmo que seja para um Resident Evil... E mesmo com todos os pesares, que venha RE: AFTERLIFE.



OS JOGOS DA SÉRIE RESIDENT EVIL

Em 1996 a produtora nipônica Capcom lançaria para o console do momento (Playstation) um de seus jogos mais importantes na história dos Video Games - o maior sem dúvida foi Street Fighter II, mas esta é uma outra história - e criaria um novo sub-gênero para os games, o survival horror, que seria acompanhado de perto pelas outras empresas e pelos jogadores. Entre suas mais de 30 milhões de cópias vendidas, confira abaixo uma breve descrição de todos os jogos da série até o momento e boa diversão.

Resident Evil
Ano de Lançamento: 1996 (Playstation)
Plataformas: Playstation, PC, Sega Saturno, Nintendo Gamecube, Nintendo DS
Comentário: Fez o primeiro, fez o melhor. Do vídeo de abertura com atores reais até os múltiplos finais, Resident Evil 1 ainda é o melhor jogo da série. A história para quem não conhece se trata de agentes do esquadrão especial da polícia chamado S.T.A.R.S que ficam presos em uma mansão gigantesca e aos poucos vão descobrindo o envolvimento da poderosa corporação Umbrella com o Virus T e a crise dos zumbis que assola a cidade de Racoon city até a final contra o famoso monstro Tyrant, que foi apenas emulado neste terceiro filme. Neste game somos apresentados a alguns personagens dos filmes como Jill Valentine e Albert Wesker. Na esteira de RE saíram mais duas versões para Playstation: a Director's Cut e a Dual Shock Director's Cut sendo item obrigatório para qualquer um que se diz gamemaníaco.

Resident Evil 2
Ano de Lançamento: 1998 (Playstation)
Plataformas: Playstation, PC, Nintendo 64, Dreamcast, Nintendo Gamecube
Comentário: Mais curto, com mais ação e menos quebra-cabeças a crise em Racoon City sai da mansão e toma as ruas. Nesse cenário desolador Leon Kennedy e Claire Redfield tentarão sobreviver por esta noite e fugir da cidade. Sucesso tão grande quanto o anterior cheio de momentos memoráveis (quem não se lembra do Tofu, do jacaré gigante nos esgotos e da fuga no metrô?) ganhou uma segunda versão para Playstation: a Dual Shock Edition.

Resident Evil 3: Nemesis
Ano de Lançamento: 1999 (Playstation)
Plataformas: Playstation, PC, Dreamcast, Nintendo Gamecube
Comentário: A história de RE 3 se passa praticamente ao mesmo tempo que RE 2, apenas em cenários diferentes de Racoon City e com a personagem Jill Valentine de RE 1. O objetivo também é o mesmo, fugir antes que os monstros te matem. Um pouco mais fraco que os anteriores, mas que nos mostrou o chefe mais lembrado pelos jogadores, o grande Nemesis. Também somos apresentados a Carlos Olivera, o lider de uma equipe de mercenários contratada pela Umbrella que ganha dinheiro para cada zumbi morto.

Resident Evil: Survivor
Ano de Lançamento: 2000 (Playstation)
Plataformas: Playstation, PC
Comentário: Sem ligação alguma com os eventos dos games anteriores, Survivor foi só uma fraca tentativa de se introduzir o periférico pistola para Playstation no universo de Resident Evil. A história é sobre um empregado da Umbrella que desmaia, perde a memória e acorda no meio da Racoon City infestada de zumbis. Os gráficos são pobres e aparentemente foi feito na correria, o que depreciou o resultado final.

Resident Evil Code: Veronica
Ano de Lançamento: 2000 (Dreamcast)
Plataformas: Dreamcast, Playstation 2, Nintendo Gamecube
Comentário: Tão fantástico quanto o primeiro, RE: Code Verônica trouxe muitas melhorias gráficas devido as novas capacidades dos consoles da sexta geração. A história se passa três meses depois dos eventos de RE 2 e RE 3 e o cenário passa de Raccoon City para a Rockfort Island de propriedade da Umbrella. Controlando Claire Redfield e seu irmão Chris os novos antagonistas são Alfred Ashford - o controlador da ilha - e o mal-afamado Albert Wesker, agora mais poderoso por ter sido modificado geneticamente por uma variante do virus T. As versões do Playstation 2 e Gamecube foram atualizadas e o game foi re-batizado de RE Code: Veronica X.

Resident Evil: Survivor 2 Code: Veronica
Ano de Lançamento: 2001 (Arcade)
Plataformas: Arcade, Playstation 2
Comentário: Apenas uma variação da história de RE Code: Veronica com a introdução da pistola Light Gun. Produto leve exclusivamente para diversão rápida nos arcades - na linha de The House of the Dead - e sem conexão com a história principal, o game foi esquecido rapidamente e não acrescenta nada a mitologia criada nos jogos anteriores.

Resident Evil Gaiden
Ano de Lançamento: 2001
Plataforma: Game Boy Color
Comentário: Como o próprio título Gaiden sugere, o que acontece neste game é relacionado, mas não acrescenta nada ao que já foi visto anteriormente. No controle de Barry Burton (personagem secundário do primeiro game), sua missão é encontrar o policial Leon Kennedy que se perdeu durante uma missão em um navio e completar as investigações que Leon deixou em aberto. Tão simples como todo jogo de GBC pode ser uma boa diversão enquanto está na fila do banco ou esperando um ônibus.

Resident Evil Zero
Ano de Lançamento: 2002
Plataforma: Nintendo Gamecube
Comentário: Neste game exclusivo para o console da Nintendo você controla Rebecca Chambers (também do primeiro jogo) em uma região nos arredores de Raccoon City onde ocorreram mortes terríveis por motivos desconhecidos. Os eventos são diretamente anteriores ao primeiro episódio do game e assim podemos saber mais sobre a origem do Virus T e alguns dos interesses da Umbrella Corporation.

Resident Evil Outbreak e Resident Evil Outbreak File #2
Ano de Lançamento: 2003 e 2004
Plataforma: Playstation 2
Comentário: A intenção da Capcom ao desenvolver e lançar RE Outbreak era colocar elementos on-line ao jogo, assim você controla personagens durante o início do desastre em Raccoon City cooperando com outros ao redor do globo para fugir da cidade. Como elemento adicional, caso seja transformado em zumbi sua missão passa a ser infectar os outros também, dando um dinamismo ao jogo. Com o sucesso do jogo foi lançado RE Outbreak File #2, que nada mais é do que uma versão expandida e completa de seu antecessor.

Resident Evil Dead Aim
Ano de Lançamento: 2003
Plataforma: Playstation 2
Comentário: Outro game na esteira de Survivor, porém com opção de se jogar da velha maneira 3D. Em um universo expandido, após a destruição de Raccoon City pelo governo estadunidense, um agente chamado Bruce McGivern se infiltra na Umbrella para neutralizar a mais nova ameaça: o virus T/G, mais perigoso e mortal que os anteriores.

Resident Evil 4
Ano de Lançamento: 2005 (Nintendo Gamecube)
Plataformas: Nintendo Gamecube, PC, Playstation 2, Nintendo Wii
Comentário: Tudo muda no universo RE e para melhor: não há mais zumbis, aprimoração do sistema de jogo, outro universo gráfico em uma história completamente nova. Méritos para a Capcom que colocou desta vez humanos de um vilarejo infectados por parasitas que controlam suas ações - isso os torna mais inteligentes e mais perigosos que os típicos mortos-vivos. Na história a Umbrella foi a falência depois das investigações do governo estadunidense após os eventos em Raccoon City e o ex-policial Leon Kennedy é contratado como agente secreto para resgatar Ashley Graham - a filha do presidente dos Estados Unidos - seqüestrada e levada para uma cidadezinha na Europa.

Resident Evil Confidential Report
Ano de Lançamento: 2006
Plataforma: Celular
Comentário: Não há muito que se falar sobre este simples joguinho de estratégia baseado em turnos. De fato se não fosse o nome Resident Evil ficaria difícil se caracterizar como da franquia, pois não há uma história complexa ou onde ele se situa na linha do tempo da mitologia RE.

Resident Evil: The Umbrella Chronicles
Ano de Lançamento: 2007
Plataforma: Nintendo Wii
Comentário: O vindouro capítulo da série contará tim-tim por tim-tim a história por trás da queda da Umbrella Corporation divididos em capítulos, cada um em um ponto diferente da linha do tempo da mitologia RE, que já é tratado com uma mecânica de jogo revolucionária ao empregar o controle Wii remote. Entre os personagens jogáveis estarão alguns velhos conhecidos dos jogos anteriores como Chris Redfield, Jill Valentine, Rebecca Chambers, Carlos Oliveira e Albert Wesker.

Resident Evil 5
Ano de Lançamento: 2008 (?)
Plataformas: XBox 360, Playstation 3, PC
Comentário: E finalmente chegamos a Resident Evil 5, o grande mistério da Capcom para 2008 ou talvez 2009. Poucos detalhes foram apresentados até o momento, às únicas coisas que já se sabem é que o personagem central será Chris Redfield e os eventos do game se situarão cinco anos após o incidente na mansão no primeiro game. É aguardar para ver.

CURIOSIDADES

- O filme originalmente seria rodado na Austrália, mas no final das contas foi rodado no México;

- Ao final do filme quando vemos uma placa em Tóquio se referindo ao metrô, podemos ler próximo a ela os dizeres "Zatoichi Square" que se trata de uma referência ao personagem japonês de cinema e televisão;

- O orçamento foi estimado em 45 milhões de dólares.

Gabriel Paixão


RESIDENT EVIL: A EXTINÇÃO (Resident Evil: Extinction, EUA, 2007). Duração: 95 minutos.
Direção: Russell Mulcahy
Roteiro: Paul W.S. Anderson
Produção: Paul W.S. Anderson; Jeremy Bolt; Robert Kulzera
Produção Executiva: Bernd Eichinger; Samuel Hadida; Kelly Van Horn
Fotografia: David Johnson
Música: Charlie Clouser
Edição: Niven Howie
Desenhos de Produção: Eugenio Caballero
Direção de Arte: Marco Niro
Efeitos Visuais: Dennis Berardi
Efeitos Especiais: Casey Pritchett; Darrell Pritchett
Maquiagem: Patrick Tatopoulos; Bruce Spaulding Fuller; Laura Hill; Raul Zamora
Elenco: Milla Jovovich (Alice); Oded Fehr (Carlos Olivera); Ali Larter (Claire); Iain Glen (Dr. Isaacs); Ashanti (Betty); Christopher Egan (Mikey); Spencer Locke (K-Mart); Matthew Marsden (Slater); Linden Ashby (Chase); Jason O'Mara (Albert Wesker); Mike Epps (L.J.); Joe Hursley (Otto); Madeline Carroll (White Queen); Ramón Franco (Runty); Shane Woodson (Piggy); Valorie Hubbard (Ma); Geoff Meed (Pock Mark); Rusty Joiner (Eddie); Brian Steele (Rancid / Tyrant)

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