ANO DE LANÇAMENTO
2005 (EUA)
DIRETOR

Scott Derrickson

ELENCO
Laura Linney
Tom Wilkinson
Campbell Scott
ROTEIRO

Scott Derrickson
Paul Harris Boardman

SITE OFICIAL

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TRAILER

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ESTRÉIA NOS EUA:

2 de dezembro de 2005

DISTRIBUIDORA:

Columbia Pictures

O EXORCISMO DE EMILY ROSE
(The Exorcism of Emily Rose)


Baseado numa história verdadeira, o caso de Michel é bastante conhecido pelas pessoas que estudam exorcismo. Em 1976, a Igreja Católica reconheceu que a jovem estudante alemã realmente estava possuída e permitiu o exorcismo. Durante o processo, a garota morreu e o padre foi levado a julgamento.

CRÍTICAS

Para mim, a maior decepção cinematográfica de 2005 no gênero horror atende pelo nome de O EXORCISMO DE EMILY ROSE. Eu confesso: fui vítima de uma divulgação inadequada e extremamente enganosa, que prometia um filme de terror sério e pesado na linha de O EXORCISTA - e também uma abordagem mais realista e documental do tema. Pelo menos era o que transparecia daqueles teasers e comerciais tétricos, inclusive um que anunciava "Este é o som de um exorcismo de verdade". Mas a produção, que tinha pinta de "O" terror de 2005, não passa de um drama-clichê de tribunal, daquele tipo que o Supercine, da Globo, exibe todo sábado à noite. Tudo o que já se viu antes em filmes de tribunais está ali: o duelo entre o advogado bonzinho e o promotor malvado, os inúmeros gritos de "protesto, meritíssimo", a corrida contra o relógio para salvar um suposto inocente da condenação, as testemunhas se contradizendo e complicando a situação do réu, etc etc etc... Resumindo: O EXORCISMO DE EMILY ROSE é mais um filme sobre um julgamento do que, propriamente, sobre um exorcismo.

É por isso que quem for ver baseado no impressionante trailer vai quebrar a cara. O pessoal responsável pelo trailer do filme merecia ganhar um Oscar, ou pelo menos algum destes prêmios que destacam os melhores da publicidade. Eles simplesmente não dão uma única pista de que toda a história de O EXORCISMO DE EMILY ROSE se passa num tribunal. Negativo: não vemos, no trailer, uma única cena de julgamento, de maneira que quem pegar o filme sem ter outras referências pode até acabar pensando que está vendo o filme errado. O que os autores do trailer fizeram foi pegar e usar as únicas seis ou sete cenas de horror existentes em todo o tempo de projeção, dando a impressão que aqueles são os "melhores momentos", mas que há muito mais para ver. Não, não há. Em duas horas de projeção, cerca de 20 minutos de O EXORCISMO DE EMILY ROSE são dedicados ao exorcismo em si e às manifestações sobrenaturais envolvendo a personagem-título. Todo o resto é filme de tribunal. Sentiu o drama?

Este filme irregular é dirigido por Scott Derrickson e escrito a quatro mãos pelo próprio Derrikson mais Paul Harris Boardman. Os créditos anteriores da dupla não são lá muito animadores: eles roteirizaram o péssimo LENDA URBANA 2 e HELLRAISER: INFERNO, o quinto filme da franquia interminável baseada num conto de Clive Barker, que Derrickson também dirigiu, em 2000. Ironicamente, HELLRAISER: INFERNO chocou os fãs da série por ir na contramão dos outros filmes, partindo para uma história independente e gerando uma série de outras continuações sem relação com os primeiros filmes. Ir contra a expectativa do espectador, mas de maneira negativa, parece ser uma característica típica da obra de Derrickson...

Logo nas primeiras cenas, ficamos sabendo que a "famosa" Emily Rose (interpretada por Jennifer Carpenter) está morta. Logo, não estou contando nada que vá estragar a surpresa do espectador. Pior: ao revelar desde os minutos iniciais o que aconteceu com a protagonista, o filme faz com que desapareça a maior parte do interesse do espectador pela trama (contada em flashbacks), já que todo mundo sabe, desde o início, que Emily Rose não vai escapar com vida do seu exorcismo. A garota morava numa cidadezinha do interior dos Estados Unidos, na casa de uma família conservadora e fervorosamente religiosa, e o vigário da Paróquia, o padre Richard Moore (Tom Wilkinson, que interpretou o mafioso Carmine Falcone em BATMAN BEGINS), é eleito bode expiatório da morte de Emily, sendo considerado culpado por ter tentado um tratamento "religioso" ao invés de apelar para a medicina convencional. Porque Emily, aparentemente, era uma pessoa doente, e não possuída pelo demônio.

Parte-se, então, para o julgamento do padre por homicídio culposo - julgamento este que se estende até o final do filme. A Arquidiocese está tentando abafar o escândalo, já que toda cerimônia de exorcismo precisa ser autorizada pelo bispo - e ninguém quer que o figurão da Igreja seja responsabilizado também pela morte da garota. Assim, entra em cena a advogada de defesa Erin Bruner (a apagada Laura Linney, de CONGO), que tem a missão de colocar panos quentes sobre a polêmica e, principalmente, calar a boca do acusado, tentando alguma forma de acordo para que ele mantenha-se quietinho durante todo o julgamento. Do outro lado, o responsável pela acusação é o cínico promotor Ethan Thomas (Campbell Scott, dando um show de interpretação), disposto a massacrar o padre Moore e, principalmente, anular qualquer referência a exorcismo e possessão demoníaca.

Isso porque o acusado jura de pés juntos que Emily estava possuída pelo demônio, e que sua morte foi decorrente de um exorcismo mal-sucedido. O promotor, claro, tem outros argumentos: Emily sofria de epilepsia psicótica, uma doença rara que provocava surtos lembrando uma possessão. Ele argumenta que a jovem estava tomando um medicamento para controlar estes surtos até que o padre entrou em cena, obrigando-a a cessar o tratamento e deixar tudo nas mãos da religião, quanto tentou o exorcismo que provocou sua morte. Inicialmente, nem a própria advogada de defesa, que é agnóstica, acredita na teoria de possessão demoníaca, e tenta livrar o padre da cadeia baseada em possíveis erros médicos no diagnóstico da doença de Emily. Mas, à medida que o julgamento avança, e Erin vai tendo um contato maior com o padre e com outras pessoas que conheceram Emily, a advogada começa a acreditar na existência de demônios, até porque começa a vivenciar misteriosos acontecimentos sobrenaturais.

Enquanto se desenvolve o julgamento, entram cenas em flashback mostrando os últimos dias de Emily Rose e os "efeitos colaterais" da possessão demoníaca, incluindo visões demoníacas e corpo todo retorcido, até chegar ao exorcismo frustrado que dá título ao filme, uma cena tensa e barulhenta, talvez o grande momento da trama - e a melhor recriação de um exorcismo desde O EXORCISTA; esqueça o que você viu em DOMINAÇÃO e STIGMATA. De mais a mais, a possessão é representada através de todos os clichês mais fajutos do gênero: a possuída começa a falar em aramaico com voz demoníaca, faz acrobacias mirabolantes, bate no padre, xinga o padre, etc etc. Tudo aquilo que já vimos antes - e melhor - em filmes como O EXORCISTA e até as imitações italianas, tipo O ANTICRISTO, de Antonio De Martino, que é bem superior a este O EXORCISMO DE EMILY ROSE. Um dos poucos acertos é mostrar a possessão de uma forma um pouco mais realista, sem transformar Emily em um "monstro" de rosto deformado e olhos brancos, como Linda Blair em O EXORCISTA ou Patricia Arquette em STIGMATA.

Ironicamente, um dos maiores acertos de O EXORCISMO DE EMILY ROSE é, também, um dos maiores erros: sempre que apresenta os flashbacks dos últimos momentos de Emily, o filme mostra ao espectador duas versões de cada acontecimento. No caso, a primeira versão é a narrada pelo padre e sua defesa, defendendo a tese de possessão demoníaca (são as cenas "de horror" do filme). Logo depois, entra uma segunda versão da mesma cena, esta narrada pelo promotor, tentando convencer o júri de que não existe possessão demoníaca, mas apenas sintomas da doença que Emily tinha - é a visão mais "realista" da coisa. Num momento, por exemplo, Erin argumenta que surgiram estigmas (chagas que simbolizam os ferimentos sofridos por Jesus Cristo na crucificação) em Emily como conseqüência do exorcismo, e a cena em flashback recria a aparição miraculosa dos estigmas. Logo em seguida, Thomas retruca dizendo que não haviam estigmas, e que Emily apenas havia perfurado as mãos numa cerca de arame farpado - e a cena, novamente, mostra "o outro lado" da situação, com a garota agarrando o arame para simular os estigmas. Sim, os realizadores do filme parecem querer deixar que o espectador decida em qual das versões acredita, se Emily estava mesmo possuída ou apenas doente. O problema é que o próprio filme desmente a teoria de que Emily é apenas uma garota doente ao mostrar a advogada de defesa sendo assombrada por eventos sobrenaturais - comprovando que, sim, demônios existem e Emily Rose estava possuída! Antes o roteiro tivesse deixado tudo no campo do "e se...?", sem forçar o espectador a acreditar em uma das hipóteses...

O próprio tema judicial de O EXORCISMO DE EMILY ROSE não é tão novo, considerando que existe um telefilme canadense de 1983 com trama bem parecida. Trata-se de O CASO DO DEMÔNIO ASSASSINO (The Demon Murder Case), estrelado por um jovem Kevin Bacon, onde um exorcismo frustrado também acabava nos tribunais, colocando em xeque as crenças dos advogados de acusação e defesa. Como quase ninguém viu esta produção de 83, a questão judicial do filme de Scott Derrikson poderia ser ao menos interessante. Mas não é! Na verdade, o julgamento representado nas telas é um dos mais incoerentes que já tive a chance de ver no cinema - e isso apesar de alguns críticos - como Pablo Villaça, do site Cinema em Cena - destacarem o suposto "realismo" da situação.

Para começo de conversa, a advogada de defesa baseia toda a sua defesa em tentar convencer os jurados de que Emily Rose estava, sim, possuída pelo demônio! Onde já se viu usar um argumento desses num tribunal? E, pior, tanto os jurados quanto a juíza levarem a sério tal argumento? Se fosse simples assim, a partir de então qualquer serial killer poderia usar possessão demoníaca como desculpa para ser inocentado pelo tribunal. Ou então eu poderia matar umas cinco pessoas e alegar que sofro de licantropia e mato ao me transformar em lobisomem, ou seja, não tenho culpa pelos meus atos! Como engolir um julgamento cuja defesa é baseada em algo tão irracional e folclórico quanto uma possessão demoníaca - por mais católicos fervorosos que sejam os jurados ou a juíza?

E, para terminar, que tipo de julgamento é esse onde novas provas vão aparecendo de última hora e são apresentadas no tribunal como elementos importantes da tese da defesa? Primeiro é um gravador com uma fita onde o padre Moore registrou toda a cerimônia do exorcismo; depois, uma suposta carta de Emily endereçada ao padre, que é lida pelo próprio religioso durante o julgamento - e ninguém, mas ninguém mesmo, questiona a veracidade da carta, que poderia ter sido escrita por qualquer pessoa. A própria fita poderia ter sido gravada em qualquer lugar e em momento algum atesta veracidade de uma cerimônia de exorcismo! Para piorar a coisa, uma das principais testemunhas da defesa - um psiquiatra que assistiu ao exorcismo - morre violentamente em circunstâncias sobrenaturais e ninguém questiona ou estranha o fato, nem uma única palavra sobre o caso é dita no julgamento! Vale ressaltar que a morte do psiquiatra (interpretado por Kenneth Welsh) é, de longe, um dos piores momentos do filme, uma cena tão brusca que parece ter sido incluída em cima da hora - os produtores devem ter pensado assim: "Ei, nosso filme não tem nenhuma morte por acidente sobrenatural, como as da série A PROFECIA! Vamos ter que filmar uma com urgência... Matem algum dos personagens secundários!!!".

Além disso, um dos maiores pecados do roteiro de Derrickson e Boardman é jamais nos passar qualquer informação sobre como era Emily Rose ANTES da possessão. Se voltarmos no tempo para a época de O EXORCISTA, por exemplo, dá para perceber que mais de uma hora do filme era gasta mostrando o "pré-possessão" de Reagan, a personagem de Linda Blair. Já em O EXORCISMO DE EMILY ROSE, as cenas com a garota não-possuída não passam de cinco minutos, e toda vez que ela aparece em cena já está com o diabo no corpo (no mau sentido). Até a relação dela com um colega de faculdade é tão mal-explorada que não faz qualquer diferença no roteiro; e o que dizer do fato de ela ter quatro irmãs na família se as pobres meninas praticamente nem aparecem no filme? No fim, tudo o que sabemos sobre Emily é que ela foi criada numa família muito católica (isso descobrimos pelas palavras do padre Moore, já que nada é mostrado no filme) e sonhava em fazer faculdade, contra o desejo dos pais (isso é mostrado numa cena de uns 15 segundos). E só! Nada mais do passado ou da "vida normal" de Emily Rose é representado, apenas os efeitos colaterais de sua possessão, o que ajuda a eliminar - e muito - qualquer sentimento que o espectador possa ter pela moça. Sinceramente? Não me interessei pelo destino de qualquer um dos personagens, graças à construção primária de todos eles...

Curioso é que muita gente - a revista SET inclusive - confundiu "ritmo arrastado" e "chatice" com "um retorno ao filmes de horror de antigamente". Tudo bem, os filmes de horror dos anos 60 e 70, e o próprio O EXORCISTA, podiam ter um ritmo mais lento, sim. Mas O EXORCISMO DE EMILY ROSE não é só lento, é chato mesmo, arrastado. As cenas no tribunal não são emocionantes, são um bla-bla-bla desenfreado e muito xarope. Poucas vezes duas horas passaram tão devagar - sorte que eu não uso relógio nem tenho celular, caso contrário iria ficar o tempo inteiro olhando para a hora, como muita gente fez na sessão de cinema em que eu estava. Daí para dizer que "o público de hoje está acostumado à edição frenética estilo MTV" é um pecado, porque prefiro a estética MTV bem utilizada numa produção do que a lentidão exagerada mal-utilizada numa obra como O EXORCISMO DE EMILY ROSE.

No fim, falei tão mal que este filme de Scott Derrickson parece uma tragédia completa. Não é. Na verdade, é um filme perfeitamente assistível. O problema é justamente o fato de querer ser o que não é. O EXORCISMO DE EMILY ROSE é um drama de tribunal com toques de sobrenatural. Não é uma história de horror, embora use alguns elementos de demonismo aqui e ali. Não assusta, a não ser que você seja daquele tipo sensível que pula da poltrona com efeitos sonoros no volume máximo, olhos pretos ou voz satânica. E não vai fazer a menor diferença para quem já viu outros filmes sobre exorcistas e exorcismos, seja a série O EXORCISTA ou bombas tipo o recente DOMINAÇÃO. Se resolver conferir, o ideal é que suas expectativas sejam as menores possíveis - ou prepare-se para ficar, e desculpem o trocadilho, "possuído" de raiva!!! hehehehe

HISTÓRIA:    
GORE:    
EFEITOS:    
DIVERSÃO:    

Felipe M.Guerra
NOTÍCIAS E IMAGENS


(28/04/06) A partir do dia 10 de maio, estará disponível nas locadoras o DVD do filme O Exorcismo de Emily Rose. Como material extra teremos:

Masterizado em Alta Definição
Formato de Tela do Filme: Widescreen Anamórfico
Idiomas do Filme: Inglês, Português, Espanhol (todos 5.1 Dolby Digital) e Tailandês (2.0 Dolby Surround).
Legendas do Filme: Português, Inglês, Espanhol, Chinês, Coreano e Tailandês
Menus Interativos em Português, Inglês, Espanhol e Tailandês
Comentário do Diretor
Especiais: Origem da História; Escolhendo o Elenco; Design Visual
Cenas Excluídas com Comentário do Diretor
Seleção de Cenas

(25/11/05) Visite o Site Oficial nacional do filme www.oexorcismodeemilyrose.com.br do filme, com muitas informações e curiosidades a respeito da tragédia ocorrida com Emily ROse.
Se você mora na Grande São Paulo, participe da promoção O Exorcismo de Emily Rose e concorra a camisetas e ingressos para o filme, que estréia dia 2 de dezembro em território nacional, com distribuição da Columbia Pictures. Clique aqui e boa sorte!
(21/10/05) Confira no alto da página mais um pôster do filme Exorcismo de Emily Rose, que chega ao Brasil em dezembro.
(09/09/05) O site Latino Review divulgou novas imagens do Exorcismo de Emily Rose. Confira:


(02/09/05) O site da Yahoo! está disponibilizando dois clips do filme, o trailer e algumas imagens. Para conferir, clique aqui.
(05/08/05) Novas imagens divulgadas esta semana já apresentam algumas cenas do exorcismo. Confira:


(29/07/05) O Exorcismo de Emily Rose é o título nacional do longa que será distribuído pela Columbia Pictures no dia 2 de dezembro. Confira uma nota publicada no site da distribuidora:

Em entrevista ao site americano ComingSoon.net, Scott Derrickson ("Lenda Urbana 2) falou sobre o novo thriller de terror "O Exorcismo de Emily Rose". Segundo o diretor e co-roteirista do filme da Sony Pictures/Screen Gems, estrelado por Laura Linney, Tom Wilkinson, Campbell Scott, Shohreh Aghdashloo, Jennifer Carpenter e Colm Feore, "O Exorcismo de Emily Rose" é uma combinação dos gêneros terror/exorcismo e drama judicial. No filme, a protagonista Laura Linney interpreta o papel de uma advogada que defende um padre (Tom Wilkinson) acusado por uma sessão de exorcismo realizada em uma adolescente chamada Emily Rose que, segundo ele, havia sido possuída pelo demônio. "Com este filme, certamente meu objetivo foi que a eficácia dos elementos de terror e o exorcismo em si fossem enraizados na realidade desses personagens reais, interpretados por magníficos atores...
O que estamos tentando fazer vai ainda além da exploração do que realmente seja o exorcismo, quais são as suas possibilidades e qual seria o significado desse fenômeno"
, disse o diretor. Para Scott, o elemento forte desta nova produção é o roteiro, escrito por ele e Paul Boardman. "Escrevemos a história com total liberdade, do jeito que a gente imaginava, sem interferência alguma do estúdio", ressaltou o cineasta. "Eles entenderam nossa proposta. Houve muito interesse no projeto por parte dos estúdios logo que o mesmo se tornou disponível, e ficamos com a Screen Gems porque percebemos que era o lugar onde poderíamos fazer o filme do jeito que ele realmente foi escrito. Isso é muito gratificante", concluiu o diretor.
"O Exorcismo de Emily Rose", inspirado em história real, conta o drama vivido por uma jovem de 19 anos possuída pelo demônio em um dos raros casos do tipo reconhecido oficialmente pela Igreja. O filme estréia nos cinemas brasileiros em 2 de dezembro de 2005.

(08/07/05) O site Latino Review divulgou o poster acima, que nada mais é do que a utilização de uma das boas imagens divulgadas há alguns meses.
O endereço do site oficial (www.whathappenedtoemily.com) já foi divulgado e na página você já pode conferir o interessante e assustador trailer do longa. Vale a pena...
(11/02/05) Confira as primeiras imagens do filme The Exorcism of Emily Rose :


(07/01/05) The Exorcism of Emily Rose já tem data para estrear nos EUA: 9 de setembro de 2005. Quem sabe essa divulgação não anima as distribuidoras brasileiras?
(17/12/04) Anteriormente chamado The Exorcism of Anneliese Michel, o filme agora teve seu título alterado para The Exorcism of Emily Rose . Será que a família da jovem não permitiu o uso do nome verdadeiro?