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ANO DE LANÇAMENTO |
| 2000 (Austrália/Alemanha/EUA) |
| DIRETOR |
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Kimble Rendall
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| ELENCO |
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Molly Ringwald Jessica Napier Simon Bossel Sarah Kants Kylie Minogue.
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| ROTEIRO |
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Dave Warner Lucio Fulci
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| PRODUÇÃO |
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Bill Bennett Martin Fabinyi
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| FOTOGRAFIA |
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David Foreman
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LANÇAMENTO NO BRASIL:
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20 de março de 2000
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DISTRIBUIDORA:
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Europa Filmes
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CUT - CENAS DE HORROR (CUT)
Um grupo de estudantes decide finalizar um filme de terror que teve sua produção interrompida há 14 anos atrás, quando seu diretor foi misteriosamente assassinado. Ignorando o fato de que todas as tentativas para terminar o projeto coincidiram com o assassinato das pessoas envolvidas, eles partem para as locações originais, situadas numa região completamente afastada da civilização.
Mas, assim que a equipe e elenco chegam ao local e iniciam as filmagens, desencadeia-se uma série de eventos macabros.
CRÍTICAS
Em 1996, o diretor Wes Craven lançou “Pânico” (Scream), filme no estilo “psicopata assassino mascarado” que gerou uma franquia com mais outros dois filmes, e que a despeito dos clichês e falta de originalidade, injetou ânimo nesse subgênero do cinema de horror, com adolescentes de boa aparência no elenco. Mas, depois de “Pânico” veio uma enxurrada de filmes menores e na grande maioria tão inexpressivos que nem merecem serem citados.
Um deles, e que vou cometer a heresia de citar o nome, é o australiano “Cut – Cenas de Horror” (Cut, 2000), dirigido por Kimble Rendall (quem???), e que foi exibido pela primeira vez na televisão aberta brasileira em 01/08/05, na sessão “Tela Quente” da TV Globo. Na verdade, a tela estava gelada pois o filme é um insulto à inteligência do espectador, sendo um daqueles exemplos negativos que prejudicam a imagem do “Horror” como gênero artístico e que deveria ser respeitado.
A história é extremamente ridícula e óbvia, sempre insistindo nos clichês insuportáveis de psicopata mascarado matando adolescentes, sendo que dessa vez são estudantes de cinema acéfalos e merecedores de mortes violentas, que tentam terminar um filme maldito inacabado (“Sangue Quente” ou “Hot Blooded” no original), e cujas filmagens relatavam casos misteriosos de assassinatos dos membros da equipe de produção.
Esse filme e os infelizes que o fizeram merecem apenas o esquecimento e que permaneçam no limbo.
“Cut – Cenas de Horror” (Cut, 2000) – avaliação: 1 (de 0 a 10)
Renato Rosatti
Em 1996, nasceu "Pânico". Filho de um famoso diretor em decadência, logo adquiriu destaque ao apresentar semelhanças físicas com outros parentes mais velhos, da década de 80. Antes mesmo que pudesse desenvolver vida própria, ganhou dois irmãos, que tentaram seguir o caminho do mais experiente: "Pãnico 2" era mais rebelde, mais agressivo, mas sem o mesmo carisma (o velho problema do irmão do meio). "Pânico 3", o caçula, teve mais dificuldades para agradar a família, devido a sua fragilidade e desequilíbrio emocional. Com o sucesso do trio, não demorou muito e logo surgiram os primeiros filhos bastardos, com sua tentativa de fazer sucesso vestindo-se igual e se alimentando da mesma fonte. Ora, era fácil. Bastava mostrar que o sangue era o mesmo, esconder o rosto com uma máscara o máximo que fosse possível e andar sempre acompanhado de adolescentes idiotas.
Em abril de 2001, chegou mais um vindo diretamente da Austrália. "Cut - Cenas de Horror" veio sob o comando de Kimble Rendall, mais conhecido pelo seu trabalho como diretor de segunda unidade, e acompanhado de nomes saudosos como Molly Ringwald, a eterna "garota de rosa-shocking". Trouxe consigo o alerta em sua chamativa embalagem: "Cuidado, filmes podem Matar!", que poderia ser o lema de qualquer "snuff movie" que se preze, distante de um formato já extremamente desgastado envolvendo "serial killers" mascarados.
Um grupo de estudantes de cinema decide terminar as filmagens de uma produção de terror interrompida há 12 anos, por causa de uma tragédia: o assassino do filme havia incorporado o papel de forma mortal, culminando no assassinato da diretora. Pouco tempo depois, ele seria vítima da sua própria tesoura de jardim, nas mãos da protagonista da ficção. Criou-se uma lenda urbana. Sempre que alguém tentava terminar o projeto morria sob circunstâncias misteriosas - inclusive uma delas, havia morrido enquanto simplesmente tentava assisti-lo.
Apesar das recomendações do professor, os estudantes conduzem o projeto, escalam o elenco e buscam o mesmo local de filmagem para a realização da parte final. E acontece o óbvio. Gradualmente, de acordo com sua importância no filme, eles são assassinados por uma pessoa mascarada, enquanto tentam descobrir um modo de encerrar a maldição.
"Cut - Cenas de Horror" apela para citações engraçadinhas e muito corre-corre, criando poucas situações realmente interessantes. Há algumas mortes que valham uma conferida - como o encontro de uma jovem com uma morsa - mas todas offscreens, sem impacto, mesmo quando jorra o sangue vermelho na tela.
Curiosamente, "Cut" foi exibido pela primeira vez na TV aberta, através da Rede Globo, no tradicional "Tela Quente", do dia primeiro de agosto de 2005, época em que o país vive uma crise política envolvendo o PT, partido do Presidente Lula, que teve muita ajuda da CUT para se eleger....hummm! Seria uma ironia ou apenas coincidência?
HISTÓRIA:  
GORE: 
EFEITOS:  
DIVERSÃO:
Marcelo Milici
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