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ANO DE LANÇAMENTO |
| 1999 (EUA) |
| DIRETOR |
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William Malone
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| ELENCO |
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Geoffrey Rush Famke Janssen Taye Diggs Ali Larter Bridgette Wilson Peter Gallagher Chris Kattan Jeffrey Combs
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| ROTEIRO |
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Robb White
Dick Beebe
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| PRODUÇÃO |
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Gilbert Adler Joel Silver Robert Zemeckis
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| FOTOGRAFIA |
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Rick Bota
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SITE OFICIAL:
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LANÇAMENTO NO BRASIL:
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17 de março de 2000
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DISTRIBUIDORA:
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COMENTÁRIOS:
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"O que vale neste filme é o começo. Os minutos iniciais são bem bacanas e o diretor poderia ter ido naquele sentido, ao invés de tentar refilmar um clássico. Resumindo, se na locadora tiver como você ver os minutos iniciais deste filme, seja cara de pau e peçca para ver e depois esqueça-o completamente, como se nunca tivesse existido. " (Jeffa)
"Um ótimo filme. Não concordo com Felipe Guerra quando ele fala que apenas os primeiros 30 minutos do filme prendem a atenção. Gostei bastante do filme, é um dos meus favoritos (claro, que não chega a ser um "O Iluminado", "O Incrível Homem que Derreteu" ou filmes trash como "Evil Dead", mas eu gostei bastante. Fiquei curioso em assistir a primeira versão "House on Haunted Hill", mas não o encontrei em nenhuma video locadora por aqui." (Julio Zuchetto)
"Não e chato mas acho que a ideia de fazer filmes em casas assombradas ja passou da moda,como refilmagem,resolvi dar sete.bem devo tambem dizer que a historia e bem clichê.." (Pedro Henrique Sobral Rito)
"Eu ainda não vi o recente "Gothika", portanto eu o pouparei das comparações de clichês entre os 3 filmes de horror anteriores da Dark Castle:A Casa da Colina, Os 13 Fantasmas e o Navio Fantasma. 1-Sempre iniciam mostrando algum incidente trágico que originou os acontecimentos sobrenaturais nos determinados lugares.Afinal, alguma coisa tem que prestar em 90 ou 120 minutos de filme. Assim foi a rebelião e a morte de centenas de malucos em "Casa da Colina", como o incendio( não mostrado integralmente no filme ) que vítimou a esposa do herói d'os "13 Fantasmas" e o grotesco e exagerado esquartejamento coletivo com um fio de aço no começo do "Navio Fantasma" 2-Entidades sobrenaturais DO MAL além do GASPARZINHO COSTUMEIRO DE SEMPRE.Ou seja: Nos 3 filmes os protagonistas foram ajudados por fantasmas camaradas para se safarem do lugar amaldiçoado. 3-Nos 3 filmes alguém morre de forma absolutamente grotesca.BR> 4-Apesar de começarem surpreendentemente bem, os 3 filmes afundam na iverossimidade do roteiro depois de 40 minutos de projeção. 5-Tem como base como inspiração, filmes de horror B dos anos 50 e 60. " (Seu Nelson)
"É apenas um bom filme sem PRÓS nem CONTRAS vale apena assistir" (Felipe Goulart)
"Eu gostei muito desse filme. É um filme que se aproxima muita daquelas produções de terror à moda antiga, com aqueles efeitos gosmentose criaturas de dar medo, e que dificilmente se vê hoje em dia." (Antonino Queiroz Filho)
"Fizeram um bom filme. boas sequências de suspense. peca por algumas partes infantis." (Danilo Gonçalves)
"O tema é antigo e explorado em vários filmes ao longo dos anos; uma casa viva que estava adormecida, e acorda para alguma vingança. A Casa da Colina, não foge a regra porém há algumas diferenças bem legais.
O filme ganha muito no cenário (palmas para o teto de vidro na sala principal da casa) e pela idéia de que a suposta "casa viva" não se trata daquele velho casarão que fica sempre no fim da rua, e sim do Instituto de Psiquiatria para Criminosos de Vannacutt que está no momento supostamente "parado" no alto de uma colina. Para chegar até lá, não dá pra ir de carro, e as pessoas que cuidam da casa só aparecem pela manhã.
Pra quem não conhece a estória, Steven Price é um bilionário do ramo de parques temáticos. Evelyn Price, sua odiada esposa e muito egocêntrica, resolve comemorar sua festa de aniversário na tal casa, que por sinal tem fama de mal assombrada por causa de um acidente, que aconteceu há alguns anos, matando milhares de detentos doentes. Steven aluga a casa por uma noite com Pritchett descendente dos proprietários da casa e como tem fama de fazer ótimas e surpreendentes festas temáticas, resolver lançar um desafio para os convidados. Aquele que passar uma noite inteira na casa amanhece 1 milhão de dólares mais rico. Mas há uma ressalva: o convidado deve estar VIVO. Secretamente ele instala na casa equipamentos insidiosos preparados para assustar os convidados, mas seus truques acabam sendo deixados a segundo plano quando a própria mansão começa a criar o seu próprio terror. Porém mais surpresa ele tem quando vê que as pessoas que ele tinha convidado não são as mesmas que aparecem na casa para comemorar a "festinha".
Os personagens são estereotipados, mas não chegam a ser clichês. Watson Pritchett um nerd (parece o Rick Moranis em Querida Encolhi as Crianças) que sabe da maldição da casa e fica o tempo todo dizendo que todos eles vão morrer. Eddie é o único negro do filme, esportista, e bonzinho até demais (desnecessário). Sara Wolfe uma executiva que quer fazer fama de "tenho – grana – mas – sou – humilde". Melissa Marr é uma loira que quer a todo custo voltar a mídia (como muitas pessoas que conhecemos aqui no Brasil). Dr. Blackburn é a surpresa do filme. Por isso sem comentários.
O filme tem muitos efeitos legais, ás vezes você pensa que está vendo um clipe do Marylin Manson, os fantasmas dão medo, mas não como no filme "13 Fantasmas", porque eles não são explícitos. É legal pelo terror psicológico, principalmente se você é daqueles que gosta de se colocar no lugar do personagem. Ele só peca pelo final. Tente prestar mais atenção às sub – tramas porque o é realmente decepcionante.
Vale a pena alugar, mas nunca pague mais do que R$4,00 para vê-lo pela primeira vez, Pode ser que você não curta o filme. (Joice Tavares)
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CASA DA COLINA, A (House on Haunted Hill)
Empresário rico comemora o aniversário da esposa em uma casa mal-assombrada. Como incentivo, oferece um milhão de dólares a cada convidado. Durante a noite, os fantasmas fazem a festa e as pessoas vão sendo assassinadas. Refilmagem de 'A Casa dos Maus Espíritos', de 1958.
IMAGENS
CURIOSIDADES
- Um dos executivos da equipe de produção é Terry Castle, filha do lendário cineasta e produtor William Castle (1914-1977). - O roteirista Dick Beebe atuou no filme numa cena rápida como um dos enfermeiros do sanatório, ajudante do sádico Dr. Vannacutt. - O orçamento da produção ficou em torno de US$ 19 milhões, uma cifra considerada até baixa quando comparada com a média de custo de outros filmes similares. - O ator Geoffrey Rush, que fez o papel do milionário Stephen Price, tem o sobrenome de seu personagem igual ao sobrenome do ator que fez o mesmo papel no original “A Casa dos Maus Espíritos” (58), o cultuado Vincent Price, e se repararem bem, por coincidência os atores até que tem algumas semelhanças físicas. - Aliás, no filme original, o milionário Frederick Loren oferecia a quantia de US$ 10 mil para cada um dos convidados passarem uma noite numa casa assombrada, e na refilmagem de William Malone, essa quantia subiu para o incrível valor de US$ 1 milhão, cem vezes mais, resultado dos tempos modernos. - O veterano ator americano Peter Graves, nascido em 1926, e muito conhecido pela série de TV “Missão: Impossível” (1966/73), apareceu no início do filme como ele mesmo apresentando um bizarro programa de TV sensacionalista que exibe casos insólitos e misteriosos chamado “Assustador, mas Verdadeiro!!”, onde ele descreve uma breve história do sanatório “Vannacutt” e as atrocidades cometidas em seu passado tenebroso. Aliás, Graves fez o mesmo também na ficção científica de humor “Homens de Preto II” (2002). - A campanha de marketing para a promoção de “A Casa da Colina” foi bem intensa, tanto que na exibição nos Estados Unidos, foram distribuídos US$ 1 milhão para os espectadores nos cinemas, através da distribuição junto com os ingressos de tickets para sorteio de prêmios em dinheiro. - O polêmico cantor de rock Marilyn Manson, nascido em 1969 no Estado americano de Ohio, participa da trilha sonora de “A Casa da Colina”, mas não é creditado. Ele já teve seu trabalho visto outras vezes no cinema fantástico, em filmes como “Spawn”, “Matrix”, “A Bruxa de Blair 2: O Livro das Sombras”, “O Dia do Terror”, “Do Inferno”, “Resident Evil” e “Matrix Reloaded”. - O responsável pela fotografia do filme, Rick Bota, alguns anos depois iniciaria sua carreira de diretor, estreando com o sexto filme da famosa franquia dos cenobitas, “Hellraiser VI: Caçador do Inferno” (Hellraiser: Hellseeker, 2002), e também das partes seguintes, “Hellraiser: Deader” e “Hellraiser: Hellworld”, ambas com previsão de lançamento em 2004, sendo todos eles filmes produzidos diretamente para o mercado de vídeo. - O insano Dr. Vannacutt foi interpretado pelo ator Jeffrey Combs, que mesmo não dizendo uma única palavra no filme, aparecendo apenas em cenas de flashbacks com suas experiências sangrentas nos pacientes do manicômio, conseguiu transmitir um perturbador sentimento de horror com sua expressão facial e atrocidades cometidas com um bisturi na mão. Nascido em 1954 na California, ele é um rosto bastante conhecido no cinema de horror a partir dos anos 80 em filmes como “Do Além” (86), “Aprisionados pelo Medo” (94), “Necronomicon: O Livro Proibido dos Mortos” (94) e “O Castelo Maldito” (95), todos baseados na obra de H. P. Lovecraft (1890/1937), além de “O Monstro Canibal” (88), “O Poço e o Pêndulo” (90), “A Fortaleza” (93), “Os Espíritos” (96), “Eu Ainda Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado” (98) e “Medopontocombr” (2002), entre outros. Seu mais importante trabalho foi no clássico moderno de Stuart Gordon, “Re-Animator: A Hora dos Mortos-Vivos” (85), como o Dr. Herbert West e sua busca incansável pela reanimação de cadáveres, numa história também baseada em Lovecraft, e que teve continuações em 1990, “A Noiva do Re-Animator” e 2003, “Re-Animator: Fase Terminal”, ambos de Brian Yuzna.
CRÍTICAS
Curso prático de como estragar uma boa idéia - Primeira Aula
1-) Pegue um filme de terror americano classe B dos anos 50, considerado cult movie, e adapte para os dias atuais (no caso, "House on Haunted Hill", de William Castle, com Vincent Price).
2-) Contrate bons atores (Famke Janssen, de "X-Men", e Geoffrey Rush, de "Shine"), um ator legal de filmes classe B (Jeffrey Combs, do super-clássico-splatter-anos 80 "Reanimator") e uma cambada de horríveis atores desconhecidos.
3-) Piadinhas bobas e fora de hora sempre ajudam a tornar um filme de terror ruim. Amenize as cenas mais pesadas com um personagem engraçadinho, como aquele interpretado por Chris Kattan.
4-) Por que explorar cenários escuros e sombras??? Prefira usar e abusar de efeitos especiais, faça aparecer fantasmas, espíritos, cabeças decepadas, tudo feito por computação gráfica, já que maquiagem à antiga não está com nada. E daí que não assusta? Você tem os computadores mais modernos só pra enfeite???
5-) Faça reviravoltas monumentais na história, mesmo que elas não tenham lógica, como matar a esposa do milionário eletrocutada e depois mostrar que tudo não passou de uma forma de ela forjar sua morte (como diabos alguém pode forjar sua morte sendo eletrocutado por milhares de volts????).
6-) Se não sabe como acabar o filme, promova um festival pirotécnico com os melhores efeitos especiais que o dinheiro pode comprar. Aí o público fica hipnotizado e nem presta a atenção no que acontece. Aí, meu filho, os espectadores vão engolir qualquer coisa, mesmo que você não saiba como acabar o filme...
Não, gente, agora falando sério, esse A CASA DA COLINA, refilmagem do clássico "House on Haunted Hill" (recentemente lançado em DVD no Brasil), até começa bem legal, num velho hospício dos anos 50, o Sanatório para Loucos Violentos Vannacutt (na verdade uma enorme torre, com visual retrô). Ali, o dr. Richard Benjamin Vannacutt (interpretado por Combs, provavelmente numa homenagem aos seus tempos de dr. Herbert West em "Reanimator") realiza terríveis experiências usando os malucos do sanatório como cobaias humanas - semelhante ao enredo do interessante "Abismo Infernal", de Paul Anderson.
Logo, uma sangrenta rebelião no hospício acaba com a festa do médico, em cena nota dez, realmente doentia e violenta, chegando a lembrar obras clássicas de Wes Craven e Tobe Hooper.
O filme dá então um salto no tempo e somos apresentados aos personagens centrais da trama (não necessariamente os heróis). Trata-se do casal Stephen e Evelyn Price (Rush e Famke), milionários que se odeiam e desejam a morte um do outro. Stephen é proprietário de uma cadeia de parques de diversões, e está preparando uma festa de aniversário para Evelyn. Ela vê, na TV, uma reportagem sobre o velho Sanatório Vannacutt e resolve que o evento será lá mesmo!
A partir daí, coisas estranhas começam a acontecer. Os convites são endereçados a pessoas desconhecidas do casal. Mesmo assim, Stephen resolve que a festa deve continuar. Uma vez no interior da mansão, ele propõe a aposta: quem ficar vivo até a manhã do dia seguinte, ganhará um milhão de dólares. Claro, o milionário está com algumas cartas na manga para proporcionar a Evelyn e seus convidados uma noite inesquecível, com direito a muitos efeitos especiais para assustá-los. Mas a força maligna que reside na casa não quer saber de efeitos de mentirinha e passa a assombrar mortalmente as sete pessoas trancadas no interior do velho hospício.
A CASA DA COLINA (esqueceram de traduzir o título por inteiro, que ficaria "A Casa da Colina Assombrada") tem uma meia hora inicial bem interessante. As primeiras andanças pelo casarão, com os corredores escuros parecendo um labirinto, chegam a provocar um pouco de medo e apreensão.
Depois do início promissor, os 50 minutos seguintes de A CASA DA COLINA acabam transformando o filme inteiro em uma baboseira sem sentido. Parece haver uma espécie de relação entre os convidados (totalmente desconhecidos entre eles) da festa, mas isso também nunca fica bem explicado. No final, aparece até um misterioso espírito em forma de fumaça negra, que estava aprisionado por uma mísera portinha de madeira (e mesmo assim não se libertou antes), e começa a matar todo mundo, num dos clímax mais pirotécnicos e sem graça do cinema de horror moderno. O festival de efeitos infelizmente enterra o filme, o que antes era sugerido e assustava vira uma palhaçada.
A produtora Dark Castle, criada por diretores e produtores do calibre de Joel Silver e Robert Zemeckis, justamente para produzir filminhos de horror como este, tem a característica principal de desperdiçar boas histórias e cenários devido ao excesso de efeitos especiais. O cenário da mansão sinistra em A CASA DA COLINA é tão assustador quanto o enorme navio Antonio Grazza em "Navio Fantasma" (outra obra da Dark Castle), mas infelizmente os diretores acabam caindo no excesso de efeitos digitais, enfraquecendo o conjunto e estragando o clima e os bons sustos.
E olha que o filme tem um elenco bem interessante, com Rush totalmente deslocado em um filme-pipoca (ele até se parece com Vincent Price, o ator do filme original, versão anos 50). Famke Janssen parece estar se divertindo como a malvada Evelyn e Jeffrey Combs infelizmente tem pouco tempo em cena. Se o personagem de Chris Kattan enche o saco, pelo menos a heroína interpretada por Ali Larter (a gatinha da série "Premonição") convence, ao contrário do "herói" Taye Diggs, que pouco ou nada faz na trama. Peter Gallagher, outro deslocado (o cara faz filmes como "Sexo, Mentiras e Videotape" e "Beleza Americana"), aparece pouco como um médico.
A culpa pelo filme ter desandado na metade é toda do diretor William Malone. A CASA DA COLINA é seu primeiro grande filme por um grande estúdio. Antes, ele tinha dirigido episódios da velha série "Contos da Cripta" e também do seriado estrelado por Freddy Krueger. Parece que ele só tem fôlego para episódios de séries de TV, pois a primeira meia hora de A CASA DA COLINA realmente prende a atenção do espectador (o problema é constatar que tem mais uma hora pela frente!). Como curiosidade, Malone dirigiu, em 1985, o trash "Criatura", lançado em vídeo no Brasil, cópia de "Alien" com Klaus Kinski no elenco. E, recentemente, fez o muito criticado "MedoPontoCom".
Salvam-se as cenas de delírio, com demônios que mudam de rosto (uma idéia chupada de "Alucinações do Passado", filmaço de Adrian Lyne) e a música "Sweet Dreams", na versão do diabão Marylin Manson, tocando quando os convidados chegam à mansão para a festa. O resto é resto. Mas podia ter sido um bom filme, nas mãos de um diretor um pouquinho mais experiente.
Para quem tem o DVD do filme, é interessante constatar que A CASA DA COLINA tem uma excelente cena, que foi cortada (mas está presente no DVD lançado no Brasil), onde a tal "fumaça negra" (aparentemente, a força do mal que domina aquela casa assombrada) "penetra" em uma pilha de cadáveres dos pacientes usados como cobaias pelo dr. Vanacutt, transformando-os em um exército de zumbis que ataca os heróis. Sabe-se lá porquê, limaram uma das poucas partes interessantes, onde os efeitos especiais não dominam a cena.
Felipe M.Guerra
COTAÇÃO:
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