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ANO DE LANÇAMENTO |
| 2005 (Inglaterra) |
| DIRETOR |
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Johannes Roberts
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| ELENCO |
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Nicole Petty
Tom Savini
Shaun Hutson
Dan van Husen
Daniel MacLagan
Steve Hart
Sophie Holland
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| ROTEIRO |
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Johannes Roberts
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| PRODUÇÃO |
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Miguel Ruz
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| FOTOGRAFIA |
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John Raggett
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| EDIÇÃO |
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Richard Mitchell
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LANÇAMENTO NO BRASIL:
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dezembro de 2005
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DISTRIBUIDORA:
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Paramount
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FLORESTA DOS CONDENADOS (Forest Of The Damned)
Na floresta Miranda, há um mito curioso: lindas ninfas que habitam o local teriam sido, na verdade, anjos. A base da lenda se sustenta por conta de que esses anjos teriam sido dominados pelos desejos carnais humanos e assim banidos do céu, sendo obrigados a viver nessa misteriosa floresta. Assim, transformadas em ninfas, elas seduzem os seres humanos com sua beleza e depois os matam. Aqui, a história realmente começa depois que um grupo de seis adolescentes vai até o local para descobrir se o mito é verdade ou não. Daí começa uma jornada ao terror de uma forma que nenhum deles esperava. Com bons efeitos e uma história que se torna cada vez mais assustadora, essa produção inglesa surpreende pela criatividade e o clima de horror que consegue inserir.
CRÍTICAS
Com certeza você já viu "Floresta dos Amaldiçoados", só substitua
as ninfas/súcubus por um assassino mascarado que ficará mais claro. Não que isso faça com que o filme seja ruim, mas dá aquela sensação de café requentado.
O filme começa com um casal aos amassos numa floresta à noite (Clichê 1) - e como todos sabem é encrenca ficar dando amassos à noite em florestas, bosques ou qualquer lugar que tenha uma moitinha - não demora e uma linda garota nuazinha da silva aparece e começa a beijar o rapaz. O engraçado é que a moça nem ao menos grita um "Ei, vadia! Larga meu namorado!", ela simplesmente fica calada até que a tal mulher nua se revela um ser monstruoso e não demora para outras peladinhas/monstros aparecerem. O filme então corta para o elenco principal do filme, jovens ingleses que decidem passar um fim-de-semana na floresta. Ih, isso não é bom sinal! Como estamos cansados de saber é melhor ir pro Afeganistão, Iraque ou Beto Carrero World do que pra uma floresta no meio do nada. Eles são Judd (Daniel Machan) e sua namorada Molly (a maravilhosa Nicole Petty), Andrew (David Hoad) e ainda Emilio (o péssimo Richard Cambridge) e sua irmã Ally (Sophie Holland) uma personagem que só reclama e o espectador torce pra que ela morra primeiro.
É claro que eles têm a excelente idéia de viajar num furgão
caindo aos pedaços e para um lugar onde ninguém conhece direito. Óbvio que se perdem (clichê 2) e vão pedir ajuda em um posto de gasolina. Lá, um velho louco diz para não chegarem perto da floresta senão irão morrer (clichê 3). Não demora e ocorre um acidente e eles decidem se separar (clichê 4) para encontrar ajuda. Molly e Judd acham uma casa escondida no bosque aonde mora um pinel interpretado por Tom Savini. Essa é a melhor parte do longa, o diretor Roberts consegue criar cenas muito boas se utilizando de sombras, vultos e tudo mais, mas nada que seja muito memorável. Nem precisa dizer que enquanto isso os outros jovens vão morrendo um a um pelas mãos das ninfas/súcubus.
Algumas mortes são bastante gráficas com direito a decapitações e desmembramentos. Tem uma até igualzinha à de Rhodes, o militar de "Dia dos Mortos". Além da participação especial de Tom Savini ainda dá as caras o escritor inglês Shaun Hutson responsável pelo livro SLUGS, que virou até filme.
Mas mesmo assim o filme não diz a que veio, é até bem dirigido mas já vimos tantas vezes a mesma história que cansa um pouco. E a maioria não gosta de café requentado.
HISTÓRIA:  
GORE: 
EFEITOS:   
DIVERSÃO: 
Bruno C.Martino
CURIOSIDADES
- O diretor Johannes Roberts é o responsável pelos fraquíssimos "Hellbreeder" e "Darkhunters"
- Tom Savini, o mago dos efeitos especiais, atua no filme, mas não nos efeitos - o que é um péssimo sinal.
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