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ANO DE LANÇAMENTO |
| 2006 (Inglaterra) |
| DIRETOR |
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Simon Boyes
Adam Mason
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| ELENCO |
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Nadja Brand Eric Colvin Atesh Salih Abbey Stirling
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| ROTEIRO |
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Simon Boyes
Adam Mason
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| PRODUÇÃO |
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Adam Mason Nadya Mason
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| FOTOGRAFIA |
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Erik Wilson
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| EDIÇÃO |
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Simon Boyes
Adam Mason
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| DESENHO DE PRODUÇÃO |
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Neil Jenkins
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| EFEITOS ESPECIAIS |
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Nathan McLaughlin Tristan Versluis
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LANÇAMENTO NO BRASIL:
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dezembro de 2006
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DISTRIBUIDORA:
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Focus
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JOGOS SANGRENTOS (Broken)
Hope (Nadja Brand Mason) está feliz. Descasada e com uma filha de seis anos para criar, ela acaba de voltar de um agradável encontro com um homem que, talvez, possa lhe dar a tão sonhada estabilidade. Ela só não sabia que naquela mesma noite, que terminava tão bem, sua vida se transformaria num verdadeiro inferno.
Misteriosamente, ela acorda com o corpo dolorido, presa num caixão, e sem notícias da filha. Sozinha e desesperada, Hope é repetida e sistematicamente torturada pelo seu terrível raptor, numa espiral de violência que se torna cada vez mais brutal e aparentemente sem sentido.
A dor é insuportável, a loucura parece não ter fim, e Hope está a um passo de perder tudo: sua filha, sua sanidade... e até a própria vida. Sem ter a mínima idéia dos motivos que a levaram a tudo isso.
DIRETORES
O diretor Adam Mason é um especialista em filmes de Terror radicais. Em apenas seis anos de carreira ele já dirigiu Dust, The 13th Sign, o curta Pray e, agora Jogos Sangrentos. Seu novo filme, The Devil´s Chair, fica pronto ainda neste ano de 2006.
Jogos Sangrentos marca sua primeira parceria na direção com Simon Boyes, com quem dirigiu também The Devil´s Chair. Ambos estão revolucionando o novo terror inglês.

ELENCO
Jogos Sangrentos marca a terceira parceria dos atores Nadja Brand e Eric Colvin com o diretor Adam Mason. Os três trabalham juntos também em Dust e The 13th Sign.
Nadja Brand acabou se casando com o diretor e mudando seu nome para Nadja Brand Mason.
DESTAQUE
Eleito pelo Júri Popular como Melhor Filme no Dawn Film Festival de Edinburgo, Escócia.
PALAVRA DA CRÍTICA
“Os diretores conseguem deixar de lado a exploração de ângulos mais comuns, e ao invés disso investem num realismo severo, quase punindo (o espectador) ao ver o quão doloroso é para a protagonista”. Dennis Harvey – Variety.
“Brutal! Fiquei sem palavras!” Anthro Fred – Slasherpool.com
“Eu nunca tinha visto um filme que fizesse com que eu realmente cobrisse meus olhos, mas este teve esse poder.” Phil Davies, Horror Asylum.com


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