Legion of the Dead ANO: 2000 PAÍS: EUA DURAÇÃO: 89 minutos DISTRIBUIDORA: FlashStar DIREÇÃO: Olaf Ittenbach ELENCO: Michael Carr, Russel Friedenberg, Kimberly Liebe, Matthias Hues, Hank Stone. CARACTERÍSTICAS: Colorido; Legendado/Dublado SINOPSE: William e seu inseparável companheiro Luke acabam de começar uma viagem pelo maravilhoso deserto da Califórnia quando são seqüestrados pelo psicótico Mike, o Assassino do Rio Kern. Através de meios inusitados e da ajuda de um velho amigo, eles conseguem escapar do assassino até um pequeno povoado do deserto onde, sem saberem de nada, um misterioso homem e seus algozes sádicos estão matando todos para criar uma Legião de mortos. ![]() ![]() ![]() CRÍTICAS: Este fim de semana arrisquei locar um filme que vinha sendo esculachado por quase todos que o assistiram, o que havia me feito relutar em conhece-lo. O filme em questão se chama "A Legião dos Mortos (Legion of the Dead)" de 2001, dirigido por Olaf Ittenbach, o diretor do maravilhoso filme "Premutos", um dos filmes mais interessantes de zumbis que eu já vi. Acho que graças a esta mesma paixão que tenho pelo filme de zumbis de Ittenbach que me decepcionei tanto com este "Legião....". Enquanto um não poupa no sangue, gore e nojentices em geral, o outro fica se escondendo em "fades", cortes bruscos e câmeras rápidas; enquanto um tenta ser uma história totalmente despreocupada, o outro tenta confundir o máximo quem assisti; enquanto um é totalmente original, o outro é um plágio total do "Um Drink no Inferno"; enquanto um é muito divertido, o outro é muito chato.. O filme começa com a apresentação dos dois personagens principais, e até se perdoa o clichê caricato do cara esperto, acompanhado pelo cara burro e engraçado. Os dois estão viajando pela estrada para encontrar com um amigo, até que aceitam uma carona muito suspeita e são seqüestrados. Nesse ponto, o filme parece que vai decolar e ser um ótimo thriller, engraçado e bem feito. Mas não é o que acontece. Entra em cena dois outros personagens que poderiam ser melhor aproveitados. Eles são responsáveis pelo tom de comédia, que funciona por pouco tempo, pois logo cai na repetição e perde a graça. São dois mortos-vivos que têm a função de matarem pessoas para formar um exército de mortos-vivos, a legião dos mortos do título. Um deles, toda vez que entra em cena, sofre um acidente, e como ele não pode morrer, sempre volta inteiro para a cena seguinte. No começo até que é engraçado ver o cara se quebrar todo, mas logo perde a graça. O filme vai bem até a hora que os dois personagens principais conseguem se livrar do seqüestrador. Eles seguem até um bar na beira da estrada (aqui começa a semelhança), onde começam a perceber que os freqüentadores não são pessoas comuns (Opâ! Já vi este filme) e começam a ser atacados. O rosto dos possuídos ficam deformados e crescem duas presas (quando é vai aparecer a gostosa da Salma Hayek?). Os heróis ficam presos no local e têm que se defender com o que possuem disponível (só faltou o Sex Machine). O filme se mostra totalmente confuso mesmo sendo propositadamente filmado como pesadelo: o que vemos são imagens sem nexo e até bobas. Tenho quase certeza que as cenas de gore foram cortadas na versão que temos em terras nacionais, pois não é mostrado uma única morte que não seja em off. Sugestão de amigo, assistam a "Premutos" e esqueçam deste filminho. Gênesis Ramone COTAÇÃO: |