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ANO DE LANÇAMENTO |
| 2005 (EUA) |
| DIRETOR |
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Rahil Bhorania
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| ELENCO |
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Paul Darrigo
Joe Estevez
Klara Jolesz
Christopher Le Crenn
Randy Wayne
Ashley Nelson
Dee Wallace-Stone
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| ROTEIRO |
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Rahil Bhorania
Stephen Goetsch
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| DURAÇÃO |
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92 minutos
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| PRODUÇÃO |
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Stephen Goetsch
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LANÇAMENTO NO BRASIL:
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24 de agosto de 2005
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DISTRIBUIDORA:
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PlayArte
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MARCA DO MAL, A (Scar)
Tom (Randy Wayne) vive atormentado por pesadelos envolvendo seu amigo Zack, que desapareceu numa floresta deixando apenas um rastro de sangue. Um ano depois do ocorrido, ele volta ao local com a namorada de Zack, Jenny (Ashley Nelson), para descobrir o que aconteceu. O delegado da pequena cidade local suspeita que Zack, assim como várias outras pessoas, morreu vítima de uma misteriosa ferida hemorrágica no estômago. Do empregado caipira de uma loja de conveniência até o proprietário de um motel, passando por uma paranormal, todos ali parecem ter algo a esconder. E quando a aterrorizante ferida aparece em Jenny, eles não sabem se terão tempo para deter esse misterioso mal.
CRÍTICAS
Os créditos iniciais são apresentados enquanto observamos toda a extensão de um machado, de sua ponta até a lâmina afiada. È esse instrumento utilizado pelos cortadores de lenha o protagonista do filme "A Marca do Mal" (Scar, 2005), que chegou rapidamente às locadoras brasileiras com distribuição da PlayArte. Se não é o protagonista, pelo menos é o que tem a interpretação mais convincente.
Seguindo a fórmula das histórias de fantasmas, quando uma pessoa morre sob circunstâncias trágicas, seu espírito permanece no local, no inferno da repetição. A partir dessa idéia já usada exaustivamente em produções similares, Rahil Bhorania - que também comanda - e Stephen Goetsch desenvolveram um roteiro incompetente tentando mesclar o sobrenatural com os típicos slashers modernos. O resultado não poderia ser pior: uma produção com jeito de sábado à noite, num formato caseiro e com cortes "made for TV".
Começa como um típico Cine Privê: dois amigos fazem caminhada numa floresta até se depararem com uma visão do paraíso. Uma linda loirinha (Klara Jolesz) regando flores, enquanto bebe água da mangueira, fazendo pose de comercial de cerveja. Um deles, Zack (Brad Pennington) se aproxima e consegue algo mais do que um copo de limonada: a garota logo se atira sobre o rapaz e começa a seduzi-lo. No meio da diversão, ela pede para ele parar pois sua mãe foi apenas buscar lenha e em breve estará de volta. A insistência termina com a chegada da bela e jovem mãe com um machado em mãos. Tom (Randy Wayne). que ficou apenas observando a paquera do amigo do lado de fora da cabana, resolve entrar no local e já nota a mancha de sangue que se arrasta até o meio da floresta. Pouco antes de perder a consciência, ele vê as mulheres arrastando o corpo do amigo a procura de um lugar para escondê-lo.
Cerca de um ano após o episódio, Tom ainda está traumatizado pelos acontecimentos do passado, evitando sair de casa e enchendo a cara de pizza. A namorada de Zack, Jenny (Ashley Nelson), faz de tudo para convencê-lo a retornar ao local a fim de encontrar uma explicação para o desaparecimento do amigo. O que se sabe é que a polícia da região, comandada por um xerife linha dura (Joe Estevez), não aceitou a história de Tom e o culpa não apenas pelo desaparecimento de Zack como o de mais 8 pessoas, todas vítimas de um estranho ferimento na barriga.
Enquanto buscam as respostas que procuram, Tom e Jenny conhecem outros moradores misteriosos como a proprietária do Motel, Isabella (Dee Wallace-Stone, a única veterana da produção), o balconista da locadora (ex-namorado da loirinha) e um casal interessado em adquirir a cabana. Todos possuem um esqueleto no armário, um segredo que pode ser o responsável pela maldição que tomou conta do local e que agora aterroriza Jenny com uma estranha marca que insiste em aparecer em seu corpo.
Sem grandes surpresas (mesmo com a tentativa de impacto da última cena) ou momentos interessantes, ainda que apresente um desmembramento e um pouco de sangue, "A Marca do Mal" não consegue sair do lugar-comum. E ainda apresenta alguns furos profundos do roteiro - principalmente quando tenta apresentar uma justificativa para o interesse de Jenny em buscar a verdade apenas UM ano depois do ocorrido; ou até mesmo a presença de um colar com função única de dar a história um aspecto de lenda urbana.
Para piorar, o elenco é extremamente fraco: até mesmo a já citada Dee Wallace-Stone (Popcorn) não consegue trazer para sua personagem a dimensão necessária para alguém que esconde um mistério. E a situação se torna ainda mais bizarra se analisarmos a canastrona loirinha; o balconista com seu olhar frio; o xerife caricato, o mulherengo Zack; ...a lista só poupa o machado, instrumento sempre ameaçador em qualquer filme do gênero.
Curiosamente, a distribuidora traz como sugestão publicitária a frase: "Na linha do Pânico na Floresta". No entanto, não tem relação alguma como o filme citado a não ser umas duas cenas em que o machado é atirado contra algumas pessoas. Fora isso, é o mesmo que comparar "Xuxa Contra o Baixo Astral" com "Freddy Vs Jason"...
HISTÓRIA: 
GORE:  
EFEITOS:  
DIVERSÃO:
Marcelo Milici
NOTÍCIAS E IMAGENS
(01/07/05) De acordo com a PlayArte, A Marca do Mal estará disponível nas locadoras a partir do dia 24 de agosto. O filme está sendo anunciado com a frase: "Na linha do Pânico na Floresta"
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