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ANO DE LANÇAMENTO |
| 1981 (Espanha/EUA) |
| DIRETOR |
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Juan Piquer Simón
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| ELENCO |
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Terence Stamp
Peter Cushing
Ian Sera
David Hatton Gasphar Ipua Blanca Estrada Ana Obregón Frank Braña Paul Naschy Gérard Tichy
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| ROTEIRO |
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Juan Piquer Simón Ron Gantman Joaquín Grau Jules Verne (romance)
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| FOTOGRAFIA |
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Andrés Berenguer
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| PRODUÇÃO |
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Juan Piquer Simón
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ESTRÉIA NA ESPANHA:
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3 de abril de 1981
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DISTRIBUIDORA:
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MISTÉRIO NA ILHA DOS MONSTROS (Misterio en la isla de los monstruos/Mystery on Monster Island)
Um jovem europeu está relutante em se casar com sua namorada de longa data porque primeiro quer fazer uma viagem ao redor do mundo. Seu saudável tio concorda em mandá-lo de navio numa expedição. Durante a viagem, o navio naufraga próximo de uma misteriosa ilha habitada por incontáveis criaturas pré-históricas e ladrões de ouro.
CRÍTICAS
Num leilão milionário, riquíssimo aristocrata britânico arremata nada menos que uma ilha isolada (por uma bagatela de apenas cinco milhões de dólares) – sem saber que ela era repleta de ouro – e encarrega seu jovem sobrinho de explorá-la, já que este, sedento por aventuras, queria provar ao tio e à noiva que era um homem capaz. O jovem só não sabia, entretanto, que a ilha era repleta de perigos diversos e extraordinários, tais como monstros-de-algas-marinhas, dinossauros, plantas carnívoras, criaturas anfíbias, indígenas canibais, vulcões em atividade, etc., além de outros, mais imediatos, como um inescrupuloso vilão louco para resgatar todo o ouro da ilha.
 
Baseado em aventura infanto-juvenil de Jules Verne, Mistério na Ilha dos Monstros é, na mais ampla acepção da palavra, uma “farsa”, uma aventura modesta e banal co-produzida por Espanha e Estados Unidos, do tipo “sessão da tarde com a família”, sem nada além de monstros diversos e personagens caricaturais metidos numa encrenca atrás da outra – e se safando de todas elas com a naturalidade ingênua desse tipo de aventura, repleta de humor. O tipo de filme que você assiste quando é criança e o esquece completamente, para somente vir a recordá-lo quando o revê muitos anos mais tarde, na melancolia de uma era muito menos divertida e prometedora.  
Dirigida por Juan Piquer Simon e estrelada Ian Serra e David Hatton – e também conhecido como Monster Island – merece uma conferida pelo fato de apresentar uma participação especial do imortal astro do horror Peter Cushing, aristocrático e galante como sempre, como o milionário britânico responsável pela compra da ilha, e o grande Terence Stamp como vilão.  
Para os menos pacientes, a fita também pode funcionar como uma divertida aventura trash, na mesma linha de A Ilha Misteriosa (The Mysterious Island, 1961) e Guerreiros da Atlântida (Warlords of Atlantis, 1978). O filme não é reprisado na TV aberta à pelo menos um milhão de anos, e não foi lançado em vídeo no Brasil – portanto, uma raridade. (Cushing faleceu em Agosto de 1994 e é celebrado como um dos principais atores macabros em todos os tempos, sendo que a simples menção de seu nome é mais que suficiente para despertar o interesse de qualquer fã de cinema fantástico).
E.R.Corrêa
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