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ANO DE LANÇAMENTO |
| 2000 (EUA) |
| DIRETOR |
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Sean Stanek
Corbin Timbrook
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| ELENCO |
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Mario López
Gary Busey
Bo Hopkins
Rance Howard
Tracy Scoggins
Justine Priestley
Daisy McCrackin
Bentley Mitchum
Jason Oliver
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| ROTEIRO |
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Sean Stanek
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| FOTOGRAFIA |
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Mark J. Gordon
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| PRODUÇÃO |
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Michael Feifer
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| EDIÇÃO |
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Ian Kelly
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LANÇAMENTO NO CANADÁ:
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24 de abril de 2001
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DISTRIBUIDORA:
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Europa Home Video
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PRISIONEIRO DAS TREVAS (A Crack in the Floor)
Conta a história de Jeremiah, que há 33 anos de idade vive recluso, preso por sua mãe em uma casa, sem nunca ter tido contato com a humanidade.
Sua raiva explode quando um grupo de jovens resolve acampar perto de sua propriedade. Eles serão presa fácil para Jeremiah, que está sedento para matar.
CRÍTICAS
Sabe aquele tipo de filme em que você fica mais interessado no timer do vídeo cassete do que no que está passando na tela? Ou daquele tipo de filme que te faz pensar em quantos nomes diferentes você xingaria aquele que deu dinheiro pra fazer uma coisa como essa que você está vendo? PRISIONEIROS DAS TREVAS é um desses e um pouco pior para ser sincero.
Um monte de gente sem talento se reúne para fazer um slasher com tudo o que há de mais podre em um filme de baixo orçamento: Pretensioso, inverossímil, clichê, mal feito, enfim, intragável. Portanto anotem estes nomes e informações para nunca pegar um filme deles (isso se algum outro retardado der dinheiro para eles fazerem outro filme) e não sofrerem como eu sofri: Esta é uma produção de 2000 e foi escrita (sic.) e dirigida (sic.) por um tal de Sean Stanek, que dividiu a cadeira de diretor com um tal de Corbin Timbrook.
Vamos ao roteiro (sic.): Há um tempão atrás, um molequinho de nome Jeremiah (que é a cara do Gugu e que não diz uma palavra) e sua mãe ajudam a enterrar seu falecido pai. Sua mãe fala que o mundo lá fora é sujo, que não se deve misturar com ele e que vão ficar protegidos no finzinho de mundo em que vivem e tal. Mas algum tempo passa e dois malucos que aparecem por lá ameaçam, violentam e matam sua mãe (sem tirar as calças?!), para terminar o serviço um deles dá um safanão no moleque que cai inconsciente.
Trinta e três anos depois, um casal de campistas tarados aparece na velha cabana e resolve dar uma rapidinha no local. Jeremiah, que agora vive no subsolo da cabana e não deve ser muito chegado na coisa, dá um fim nos dois. E agora um bando de adolescentes xexelentos e maconheiros estão organizando uma excursão para algum lugar da natureza, e por aquelas coincidências que nem Bidu adivinharia, vão parar justamente na floresta perto da cabana do malucão assassino.
Durante a viagem, nossos amigos (pft..) param em um posto de gasolina no meio do brejo (nem me perguntem de onde ele tira o combustível..), que é comandada por um par de malucos. Um deles é um velho sem um braço que dá um balde de frango frito pra quem encher o tanque, o outro é um cara descabelado que sai matando galinhas com um machado a torto e a direito.
Em tempo: as únicas coisas que você vai aprender é que frangos quando morrem soltam cheiro de ódio (deve ser bem fedido) e que supositórios feitos de asa de frango são muito eficazes contra náuseas (!!) - pior que um desses doidos ainda tira um sarro com o Brasil, falando que aqui é cheio de macacos! Oh droga, agora que virou um incidente diplomático, alguém aí me dê uma arma! hehehe..
Eis que a trupe finalmente chega à cabana, agora vai começar a matança... Ah, mas o diretor ainda tenta fazer a gente se simpatizar com os personagens. Ô, se tenta... Olho no relógio: É quase uma hora ouvindo as personagens falando um monte de asneiras decoradas sem emoção e depois o matador tem que se aproveitar da burrice dos convidados e se apressar pra despachar o povo senão não dá tempo - mas que falta de consideração!! hehehe... E acaba nisso, sai um da cabana e morre, outro vai ver e morre, quando ninguém sai o matador entra e por aí vai.
Ah, e já estava me esquecendo de uma coisa: Nesse meio tempo tem uma subtrama com a polícia local. Acontece que eles acharam mais de 20 (!) carros abandonados no fundo do lago. Todos eles deveriam estar a muito tempo lá, e o xerife acha que é um golpe contra as seguradoras, mas depois é revelado que todos eles são de pessoas que desapareceram naquela área nos últimos anos. Deixo a conclusão do pensamento para vocês.
Eu não vou me alongar demais em comentários maldosos para esse filme, mas você vai achar inacreditável como essa porcaria é mal feita, da direção até a trilha sonora, passando por todos os demais quesitos: elenco, edição, roteiro, efeitos, figurino e em uma dúzia de etecéteras. Para não falar que tudo é descartável, o único que não paga o mico é o veteraníssimo Bo Hopkins fazendo pela trigésima centésima milionésima vez o papel de xerife do interior, mas é uma moeda de 1 centavo em um monte de esterco, portanto vai valer apenas se você tiver um horrendo senso de humor ou for doentiamente masoquista e ainda assim sob os riscos de danos cerebrais irreversíveis. Só me arrependo, amarga e profundamente de não ter lido antes (e, portanto não levando em consideração) os comentários do Marcelo e do Felipe que estão reproduzidos mais abaixo e ter salvado meu rico dinheirinho do um destino cruel (e do meu estado crítico de letargia) que me fez alugar esse treco. Pra finalizar eu só queria saber quem da "imprensa americana" que considera essa porqueira como um dos melhores filmes de terror desde HALLOWEEN, como o encarte nacional faz questão de alardear, que eu vou trancafiar esse ser em um manicômio aqui pertinho e jogar a chave fora, Arre!!
HISTÓRIA: 
GORE:
EFEITOS: 
DIVERSÃO:
Gabriel Paixão
Vou ter que começar a confiar mais no julgamento do Marcelo Milici...
Ele disse que NUNCA BRINQUE COM OS MORTOS era uma bomba. Mesmo assim, eu resolvi conferir. Era uma bomba mesmo.
Ele disse que HOUSE OF THE DEAD era péssimo. Eu achei que talvez não fosse "tão" ruim e resolvi conferir mais uma vez. Era tão péssimo como ele disse, talvez mais.
Por fim, o Marcelo também disse uma coisas bem feias sobre PRISIONEIROS DAS TREVAS (A Crack in the Floor), uma produção independente do ano 2000, lançada em terras brasilis somente ano passado (2003), como é usual. Não fui muito atrás do Marcelo e resolvi conferir, interessado que sou em filmes independentes.
Bem, amigos, desta vez eu não concordei com o Marcelo. Tudo aquilo que ele escreveu sobre o filme está errado. Acreditem ou não, PRISIONEIROS DAS TREVAS é DEZ VEZES PIOR!!!!!!!
PRISIONEIROS DAS TREVAS (argh! quem inventou este título???) conta a história de Jeremiah, um rapaz que, quando jovem, viu a mãe ser estuprada e morta por dois vagabundos. Como viviam reclusos em uma cabana no meio da selva, Jeremiah passou o resto da vida sozinho na cabana, desde a morte da mamãe. Até imaginei que ele fosse um bastardo necrófilo como o Norman Bates, com o cadáver mumificado da mãe dormindo na mesma cama. Que nada! O cara é uma bicha que fica escondida no porão da sua cabana, usando roupas que pegou não sei aonde, lendo a Bíblia com um velho lampião a querosene (cujo combustível ele consegue não sei aonde), e matando violentamente quem quer que se aproxime do seu "lar".
Jeremiah enxerga o mundo através de uma rachadura no chão da cabana (daí o título original do filme), e isso é mera desculpa para os diretores mostrarem 500 vezes um close da rachadura no chão com os olhos do assassino por baixo.
O jovem demente passou os últimos 33 anos da sua vida matando e esquartejando quem quer se aproxime da sua cabana. Nunca fica bem claro o que ele faz com os cadáveres (pois não guarda na cabana), nem como ele consegue dar um fim nos veículos usados pelos intrusos, já que estes vão parar no fundo de um rio bem distante da cabana (será que ele sabe dirigir?).
Logo, um grupo de seis amigos, três casais de adolescentes chatos, maconheiros e viciados em sexo, escolhe bem aquela floresta sem graça para acampar. E, obviamente, acabam parando na tal cabana, onde viram presa fácil do malucão Jeremiah.
Se houvesse um mínimo de criatividade no desenvolvimento da história, nas mortes ou na forma como a ação se desenrola, o filme até seria minimamente suportável. Mas não temos nada disso. Na verdade, PRISIONEIROS DAS TREVAS é uma verdadeira regressão de tudo que se fez em matéria de cinema de horror nos últimos 40 anos.
É como se os diretores (meu Deus, DOIS DIRETORES pra fazer uma bosta dessas?????), Sean Stanek e Corbin Timbrook, ambos estreantes, nunca tivessem assistido a um filme de horror desde os anos 60... Eles trabalham com clichês em cima de clichês, e parece não terem qualquer domínio de narrativa ou roteiro. Para o leitor ter uma idéia, eles até mostram, pela milésima vez, o susto falso de uma moça tomando banho e a câmera se aproximando da cortina do banheiro como se fosse o olhar de um assassino (quando é o seu namorado, como todos nós estamos carecas de saber). Eles escondem o filme inteiro o rosto de Jeremiah, sem qualquer necessidade para isso (ainda se ele fosse deformado, mas que nada!). Eles insistem em não mostrar as cenas de violência, e quando mostram os efeitos especiais são paupérrimos e muitooo mal executados, incluindo um facão que passa no pescoço de um mané e não corta, apenas marca com sangue falso (até as mortes do meu filme amador, "Entrei em Pânico ao Saber o que Vocês Fizeram na Sexta-feira 13 do Verão Passado", são mais reais, modéstia à parte). E os dois jacus não sabem nem enquadrar! Em uma cena, logo no comecinho, um casal entra na cabana para fazer sexo e o enquadramento deixa de fora a cabeça dos dois, mostrando somente o corpo (talvez eles tenham ficado fora da marcação)! Enfim, um fiasco completo.
Como se não bastasse, Stanek e Timbrook ainda fazem o filme passar verdadeiramente em câmera lenta. Tem apenas 1h30min, mas parece ter 4 horas de filme. Dos 10 minutos iniciais até os primeiros 60 minutos de filme, pouco ou nada acontece. A matança fica concentrada nos últimos 20 minutos. Era assim no primeiro "Halloween" também, mas pelo menos John Carpenter assustava o espectador com um clima mórbido e as aparições fantasmagóricas de Michael Myers. Mas é covardia comparar Stanek (que foi ator em "Starman", de John Carpenter) e Timbrook ao mestre Carpenter, apesar da capinha do DVD nacional dizer que PRISIONEIROS DAS TREVAS é o "melhor filme de horror desde HALLOWEEN" (sinceramente, acho que a distribuidora nacional que inventou isso para faturar uns trocados a mais).
E olha que PRISIONEIROS DAS TREVAS até tinha certo potencial para sair algo de interessante, já que a história (campistas que enfrentam o morador demente de uma velha cabana no meio do bosque) podia gerar algo parecido ao recente WRONG TURN, se houvesse mais empenho e criatividade por parte dos envolvidos. Mas não existe nem empenho e nem criatividade, mesmo com os dois diretores tendo à sua disposição, sabe-se lá como, um elenco curioso, cheio de nomes conhecidos do cinema de horror classe B, e que desperdiçam sumariamente.
Temos, por exemplo, David Naughton, o lobo de "Um Lobisomem Americano em Londres". Temos Gary Busey, um dos maiores vilões do cinema hollywoodiano ("Máquina Mortífera", "O Predador 2" e um punhado de outros), mais famoso por ter escapado de uma overdose violenta após ter cheirado quantidade cavalar de cocaína. Tem até Bo Hopkins, na sua milésima atuação como xerife durão (igual a "Um Drink no Inferno 2" e "Mensageiro da Morte"), e a outrora bela Tracy Scoogins, que apareceu numa pá de filmes podreira da Full Moon, como "Brinquedos Diabólicos".
A má notícia? Nem essa galera toda faz diferença no filme. Os diretores ("o horror, o horror...") desperdiçam essa gente toda em papéis pequenos ou então em personagens secundários que nada têm a ver com a história principal. Naughton não aparece nem um minuto interpretando um enfermeiro psicopata, na encenação de uma história de horror contada por um dos rapazes (só para encher lingüiça). Busey é outro desperdiçado, pois interpreta um freak que ataca dois dos jovens em um posto de gasolina, mas não tem qualquer relação com a trama principal e está aí apenas para tomar tempo. E Scoogins, além de aparecer meio minuto somente, nem tira a roupa - isso que a personagem dela é estuprada, mas não só fica vestida como os agressores a estupram USANDO AS CALÇAS!!! Sexo seguro é assim mesmo!
O péssimo roteiro ainda perde o maior tempo mostrando coisas que não acontecem em determinado momento, mas acontecem depois (bah!). Por exemplo: numa cena, o xerife interpretado por Hopkins vai averiguar a velha cabana, encontra alguns pertences das últimas vítimas de Jeremiah e é observado pelo assassino, que segura um garfo de feno. Ele vai ser morto, certo? Que nada! Hopkins sai da cabana, entra no seu carro, fuma seu cigarro e sai dirigindo. Quinze minutos depois, o mané resolve voltar à cabana. Entra, olha tudo de novo, é observado novamente por Jeremiah com o garfo de feno, e então é finalmente morto! Por que não "mataram" ele antes, ao invés de enrolar desnecessariamente??? Outra: um rapaz leva uma picaretada de Jeremiah e cai aparentemente morto. Mas reaparece milagrosamente cinco minutos depois... só para ser morto novamente, desta vez de forma definitiva!!! Fico pensando se os diretores não fizeram o filme ruim assim de propósito.
E o intervalo de quase 50 minutos entre o prólogo e o início da matança é preenchido da forma mais constrangedora possível, com os seis jovens andando de carro, fumando maconha e falando bobagem. Quer dizer, o roteirista parece não ter qualquer noção de que tipo de assunto os jovens de hoje conversam. Eu gosto de acreditar que os adolescentes falam sobre filmes, música, programas de TV, sobre uma futura profissão, sobre a faculdade, contam piadas, enfim, falam de tudo um pouco. Infelizmente, os adolescentes de PRISIONEIROS NAS TREVAS só sabem falar de maconha (o tempo todo) e sexo (o tempo todo, mas ninguém faz nada).
Por sinal, anote os nomes dos péssimos atores "teen" que protagonizam essa bomba. Seus cérebros deveriam ser doados à ciência, para que pesquisadores pudessem explicar a total ausência de emoção e sentimentos (pelo menos é dessa forma que eles "interpretam"). Eles são Daisy McCrackin (gatinha que apareceu também no péssimo "Halloween Ressurreição", e deveria trocar de agente com urgência), Mario López (que deve ser amante dos diretores, pois não tem qualquer função na trama, mas é o único a ganhar closes e mais tempo em cena), Justine Priestley, Francesca Orsi, Bentley Mitchum (neto do grande Roberto Mitchum, ó, vergonha da família!) e Jason Oliver.
Nem como slasher movie o filme funciona, já que as mortes não têm um pingo de criatividade, as cenas não provocam qualquer emoção e tudo acontece fácil demais (Jeremiah nem se esforça muito para matar suas vítimas, pois elas são tão burras que não oferecem reação).
Stanek e Timbrook... Anote estes nomes ao lado do nome do Uwe Boll (o "diretor" de "House of the Dead", outra bomba) e nunca, jamais, assista a algum outro filme deles (se é que por ventura eles vão ter outra chance no cinema).
E, como diz o Marcelo, fico com medo de imaginar qual será o pior filme realizado desde "Halloween", se este aqui seria um dos melhores. Brrr... Isso sim é assustador!
HISTÓRIA: 
GORE:
EFEITOS: 
DIVERSÃO:
Felipe M.Guerra
Seis amigos, incluindo dois casais, vão a uma cabana sinistra no meio de uma floresta deserta sem saber que nesse mesmo lugar há 33 anos um menino viu sua mãe ser estuprada e morta por dois homens. Os amigos também não sabem que esse menino, agora adulto, de nome Jeremiah, ainda vive lá, escondido no porão, observando o mundo através de um pequeno buraco no solo e que ele não gosta de receber visitas.
Apesar de ter achado essa sinopse muito simples e parecida com outras milhares, com certeza você se interessará em alugar esse filme após ler na embalagem uma frase bastante curiosa: "A imprensa americana considera Prisioneiro das Trevas um dos melhores filmes de horror desde Halloween." Mas, não se engane. Não há nesse filme um motivo sequer para julgá-lo como apreciável a qualquer fã do gênero; não há originalidade e nem uma mínima razão para distinguir essa produção de milhares de outras que você está acostumado a assistir todos os dias. Quantas vezes você já viu um casal ser morto após fazer sexo ou usar drogas? Quantas vezes você já viu personagens cômicos serem vítimas de suas próprias brincadeiras, mulheres taradas e medrosas, xerifes dedicados a encontrar o assassino e pesadelos misturados com realidade? Para apimentar ainda mais esse enredo non-sense, acrescentaram uma cena em que um jovem narra uma lenda urbana nada relacionada com a trama (vale pela presença ilustre do ator David Naughton, que atuou brilhantemente no papel principal do clássico Um Lobisomem Americano em Londres) ao pé de uma fogueira com a intenção de assustar seus amigos. Porém quem mais assusta é a jovem que revela ao namorado que está grávida, e o rapaz, apesar de gostar da idéia, acaba se tornando vítima do assassino.
As tragédias não páram por aí. Jeremiah mata qualquer pessoa que se aproxime de sua morada bem ao estilo Jason, sem mostrar o rosto - não tem porque esconder -, com muita crueldade e sem tempo para conversas. Então, por que o assassino pega uma das jovens e a amarra em sua cama para depois matá-la? Por que não a matou antes como fizera com todas as outras vítimas? Não espere por algum final surpreendente Aliás, assim como Olhos Famintos, não espere nenhuma conclusão da história, mas também não estranhe se em breve surgir alguma continuação como já é de praxe no cinema americano.
Se a imprensa considera essa produção a melhor desde Halloween, tenho muito medo de saber qual é a pior.
HISTÓRIA: 
GORE:
EFEITOS: 
DIVERSÃO:
Marcelo Milici
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