
- Apesar da semelhança, a cabana usada nesta seqüência não é a mesma do filme original, que foi destruída em um incêndio. Aqui os produtores aproveitaram um dos cenários do filme A COR PÚRPURA, de Steven Spielberg!!!
- EVIL DEAD 2 continua banido na Finlândia pela sua violência, assim como o original.
- O filme custou apenas 3 milhões de dólares.
- O irmão de Sam Raimi, Ted, interpreta a demoníaca Henrietta (o demônio da velha no porão).
- O DVD americano lançado pela Anchor Bay tem várias cenas cortadas do filme, como o divertido momento em que Ash, possuído, devora um esquilo, e uma cena de violência onde Ash desmembra o corpo possuído de Ed (o que, na versão original, era mostrado apenas com sombras na parede). A cena em que um jato de sangue sai da parede também é mais comprida: além de mudar de vermelho para preto, o sangue também fica verde, amarelo e laranja.
- Em agradecimento ao fato de Wes Craven ter colocado EVIL DEAD 1 passando na TV em uma cena de A HORA DO PESADELO, podemos ver uma luva muito parecida com a de Freddy Krueger pendurada perto da escada, no porão da cabana desta seqüência. A cena do sangue jorrando da parede é uma citação à morte de Glen (Johnny Depp) no primeiro A HORA DO PESADELO.
- Quando o filme foi lançado, muitos fãs acreditaram tratar-se de uma refilmagem do original, já que não havia menção aos outros personagens do primeiro EVIL DEAD. Isso aconteceu porque a produtora não obteve os direitos para usar cenas do primeiro filme no início, para fazer um resumo da história, e então Raimi teve que refilmar algumas cenas, mostrando como Ash (Bruce Campbell) foi parar na cabana e como sua namorada morreu, ignorando os demais personagens.
- Existe uma história engraçada nos bastidores dizendo que Bruce Campbell foi atingido no rosto pela câmera operada por Sam Raimi, na cena em que o demônio avança velozmente pelo interior da cabana e pára bem na cara do ator (o final de EVIL DEAD 1 e o início da parte 2). Mesmo negada por Campbell e Raimi, a história virou uma espécie de lenda.
Pesquisa e colaboração: Felipe M. Guerra
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