ANO DE LANÇAMENTO
2006 (EUA)
Temporada

1, 2

EPISÓDIOS
Criação

Mick Garris

Críticas

Antonio R. Filho

Distribuidora

a divulgar



Série composta por 13 filmes de horror, com duração de uma hora, dirigida por grandes nomes do gênero, tais como: Don Coscarelli (Phantasm), Stuart Gordon (Reanimator), Tobe Hooper (O Massacre da Serra Elétrica, 1974), Dario Argento (Suspiria), Mick Garris (Dança da Morte), John Carpenter (Halloween), Takashi Miike (Audition), John Landis (Um Lobisomem Americano em Londres)...

CRÍTICAS


Introdução
Após o sucesso da primeira temporada, Mick Garris reúne mais um grupo de diretores, mestres ou não, para filmarem mais 13 episódios de terror para o canal Showtime. São eles:

Estreantes:
Brad Anderson - "Session 9", "o Operário" - vai ser responsável pelo episódio "Sounds Like".
Ernest Dickerson - "Os Demônios da Noite", "Sobrevivendo ao Jogo" (não é terror, mas é divertido) - Episódio "The V Word"
Tom Holland - "A Hora do Espanto", "Brinquedo Assassino" - Episódio "We All Scream For Ice Cream"
Peter Medak - "A Troca", "A Experiência II" - Episódio "The Washingtonians"
Rob Schmidt - "Pânico Na Floresta(Wrong Turn)" - Episódio "Right To Die"
Norio Tsuruta - "O Terror Da Premonição", "Ring 0: Birthday" - Episódio "Dream Cruise"

"Veteranos" da Primeira Temporada:
Dario Argento - "Jenifer", "Suspiria" - Episódio "Pelts"
John Carpenter - "Pesadelo Mortal", "Enigma de Outro Mundo" - Episódio "Pro-Life"
Joe Dante - "Candidato Maldito", "Gremlins" - Episódio "The Screwfly Solution"
Mick Garris - "Chocolate", "Dança da Morte" - Episódio "Valerie On The Stairs"
Stuart Gordon - "Sonhos Na Casa Da Bruxa", "Re-Animator" - Episódio "The Black Cat"
Tobe Hooper - "Dança Dos Mortos", "Poltergeist" - Episódio "The Damned Thing"
John Landis - "Lenda Assassina", "Um Lobisomem Americano Em Londres" - Episódio "Family"

Após o episódio "Marcas Do Terror" ser banido, era de se esperar que Takeshi Miike não fosse chamado outra vez, o que é uma pena já que ele pode ostentar mais o título de "mestre do terror" que muitos da lista. Mas outro diretor japonês talentoso foi chamado. São diretores de características diferentes mas de inegável talento. É bom também ver Tom Holland de volta à ativa. Dos veteranos, resta torcer para que Mick Garris e Tobe Hooper se saiam melhor, porque os episódios deles na primeira temporada foram terríveis, literalmente.

EPISÓDIO 1 - THE DAMNED THING (The Damned Thing)
Direção: Tobe Hooper
Roteiro: Ambrose Bierce
Elenco: Alexandra Carter (Charity), Ted Friend (Lenny), Ocean Hellman (Mary), Eileen Barrett (Janet), Tracy Waterhouse (Dr. Cohen), Brendan Fletcher (Deputy Strauss), Clint Carleton (Gabe Green), Sean Patrick Flanery (Kevin), Marisa Coughlan (Dina), Ryan Drescher (Young Kevin), Ted Raimi (Father Tulli), Brent Stait (John Reddle), Alex Ferris (Mikey), Georgia Craig (Jodi Reddle)
Sinopse: Um conto apocalíptico sobre uma criatura misteriosa que aterroriza uma pequena cidade do Texas...

1981, família aparentemente comum, composta de pai, mãe e filho jantam normalmente até que na cozinha algo como um óleo negro cai na mão do garoto. Ao se virar, o pai está com uma arma na mão dizendo algo sobre uma coisa maldita tê-lo encontrado, e atira à queima-roupa em sua esposa. O garoto corre pelo quintal pra se salvar e quando vai ser morto, algo invisível rasga o pai dele todo numa cena com muito gore.



24 anos depois, o garoto (de nome Kevin) virou policial. Ainda mora na casa, mas ela agora é cheia de câmeras em todos os cômodos. A cidade é um tédio só, mas o tempo que começa a ficar ruim sugere que algo vai acontecer. De repente, pessoas começam a sofrer mortes bizarras (auto-mutilações, acidentes onde a estrada parece viva) e Kevin começa a ver que algo está errado, que aquilo que matou seu pai está de volta. A tal coisa maldita é uma espécie de energia maligna que foi despertada há muitos anos atrás por ua empresa de petróleo, sabe-se lá como. Ela aparece de tempos em tempos, deixa as pessoas violentas e depois...vai embora por algum motivo ainda não descoberto. E é o que acontece, a cidade inteira começa a se matar e os poucos sobreviventes vão se refugiar na casa de Kevin. Mas ali parece o pior local para se protegerem.




Muitos tiros de "doze" proporcionam quilos de tripas voando na tela, num episódio que se tem sangue e gore o bastante para não entediar (a cena do cara se matando com marteladas na cabeça é linda), também tem uma história bem mais ou menos (não chega a ser fraca, mas em momento algum empolga), lembra um pouco aqueles filmes dos anos 80 com cidadezinhas sendo atacadas por um inimigo sobrenatural. A última cena é lamentável, péssimo final e péssimo CGI. Hooper consegue fazer algo melhor que o episódio da temporada passada (piorar seria difícil). Falta também erotismo, a temporada anterior começou com tanto peito de fora e aqui não tem nada, que desperdício, tantas atrizes querendo mostrar seu talento...




Apenas razoável, se visto em um dia bom. Péssimo para os mais exigentes. Os efeitos ganham nota baixa principalmente pelo final. Uma novidade legal é que enquanto rolam os créditos é exibido o trailer do próximo episódio. Gostei.



HISTÓRIA:    
GORE:    
EFEITOS:    
DIVERSÃO:    
Antonio R. Filho

EPISÓDIO 2 - FAMILY (Family)
Direção: John Landis
Roteiro: Brent Hanley
Elenco: Emily Hope (adolescente punk), Frances Flanagan (dona de casa), Aleita Northey (adolescente triste), Emily Tennant (adolescente loira), Kerry Sandomirsky (Jane), Nancy Whyte (vó), Hailey Guiel (Sarah), Meredith Monroe (Celia), Matt Keeslar (David), John B. Scott (vô), George Wendt (Harold)
Sinopse: Um jovem casal se muda para uma nova casa somente para descobrir que seu vizinho, um aparentemente normal e trabalha em casa, não é o que parece ser....

Num começo bem interessante, um homem gordo, que depois sabemos se chamar Harold, joga ácido em cima de um corpo que se decompõe aos poucos num ótimo efeito. Descobrimos então que a vítima era o suposto pai do gordinho e que tem toda a família morta dentro de casa, mas ele age como se estivessem vivos: põe eles em frente à tv, conversa... só faltava o esqueleto de um cachorro.
Um jovem casal vai morar na casa ao lado e, depois de um acidente onde batem com o carro e quebram a caixa de correio, acaba conhecendo Harold,
que enquanto conversa fica tendo alucinações com a mulher do casal falando bobagens pra ele. E, acredite, essa é a melhor parte da conversa de quase 10 minutos. E só piora: num ritmo péssimo, o episódio se arrasta onde nada demais acontece além de Harold matar uma velhinha (off-screen) para ser a vovó da família e de tentar pegar uma adolescente para ser a filha mais velha sem sucesso. Ou seja, a família dele não era sua família de verdade mas pessoas desconhecidas que ele mata e leva pra casa, onde com o ácido deixa só o esqueleto. Landis consegue superar o episódio "Chocolate" da primeira temporada em ruindade, insistindo em mostrar infinitas conversas entre o gordo e sua "família" morta como se isso fosse muito interessante. Ah, sim, também mostra as briguinhas do casal vizinho, cuja mulher quer ter filhos mas o marido não porque já tiveram uma filha e ela morreu de câncer. Assustador , não é?




Harold se interessa pela vizinha e, um dia, quando o marido some, percebe que é hora dela participar de sua família. E lá vamos nós para a previsível cena de gato-e-rato.




O episódio dá uma levantada no final, mas é tarde demais! Ao menos fica aqui o comentário para quem pensa em desistir e desligar a tv antes, o episódio tem uns 30 segundos legais. A impressão que fica depois dos dois primeiros episódios é que Gregory Nicotero é que é o verdadeiro "mestre", já que até agora o que se sobressaiu foi a excelente maquiagem. E uma dúvida: Será que Mick Garris é amigo o bastante de John Landis para chamá-lo para uma terceira temporada, caso exista? Sinceramente, eu desistiria.



HISTÓRIA:    
GORE:    
EFEITOS:    
DIVERSÃO:    




Antonio R. Filho
EPISÓDIO 3 - THE V WORD (The V Word)
Direção: Ernest Dickerson
Roteiro: Mick Garris
Elenco: Michael Ironside (Mr. Chaney), Jodelle Ferland (Lisa), Lynda Boyd (Carolyn), Arjay Smith (Kerry), Branden Nadon (Justin), Lalaine (Delilah), Lynda Boyd (Mãe), Arjay Smith (Kerry- "V Word"), Terry Stevens (Passenger), Keith Humphrey (David)
Sinopse: Um vampiro solitário pune dois jovens que ousaram invadir seu mortuário...

Você já pensou como seria ser um vampiro? O que ele sente? Como enxerga o mundo? Por que sente vontade de morder pescoços? O que você faria se fosse um e tivesse consciência disso? A resposta está nesse episódio baseado numa história bem original de Mick Garris.

Começa bem interessantes, com dois jovens entediados jogando no PC (um deles jogando o maravilhoso Doom 3) quando um deles sugere uma visita a uma funerária para ver um defunto de verdade.
A entrada seria facilitada porque o primo de um deles trabalha lá, só que ao chegarem o primo não está presente e há marcas de sangue por toda parte. Após passarem por alguns clichês como portas se fechando e caixões fechados que se abrem quando eles olham novamente, acabam encontrando vários corpos sem sangue e o tal primo. Morto. De repente, um cadáver volta à vida e os persegue sendo que somente um deles consegue escapar, o outro tem o pescoço dilacerado pelo "morto-vivo".




Até aí é um filme comum de terror, mas tudo muda quando o garoto que escapou, Justin, volta para casa e descobre que foi seguido pelo amigo que, na verdade, não morreu, mas se tornou um vampiro. E Justin também acaba mordido...e o episódio está apenas na metade. O que acontece é que vamos ver o Justin-Vampiro se transformando aos poucos, escondendo o que aconteceu quando a sua mãe e irmã o visitam, etc... Só que ele se recusa a matar e morder as pessoas, o que pode fazer com que morra antes do sol nascer. O seu amigo e o vampiro do necrotério (seu ex-professor de matemática pedófilo, bem interpretado por Michael Ironside) tentam convencê-lo a mudar de idéia.




Pontos a favor: as citações aos clássicos, como "A Sombra do Vampiro", esticando-se para alcançar as vítimas, um trecho enorme de "Drácula" com Lugosi passando na tv... mas temos dois problemas sérios: 1) A história do Garris, se por um lado é original, por outro lado tem o desenrolar fraco e um péssimo final. 2) Dickerson não é dos mais brilhantes diretores, ele não consegue tirar leite de pedra, o que seria preciso aqui. Acaba começando legal, ficando melhor mas vai caindo, caindo até desabar por completo. O que resta é mais um episódio fraco de uma temporada até aqui bem frustrante. Espero que Argento e Carpenter salvem a lavoura,







HISTÓRIA:    
GORE:    
EFEITOS:    
DIVERSÃO:    
Antonio R. Filho

EPISÓDIO 4 - SOUNDS LIKE (Sounds Like)
Direção: Brad Anderson
Roteiro: Brad Anderson
Elenco: Marc Anthony Massah (policial 1), Michael Jonsson (policial 2), Nimet Kanji (Caixa), David Lovgren (Terapeuta), David Allan Pearson (gerente), Michael Dangerfield (Jim), Jaida Kong (filha), Robert Underwood (pai), Richard Kahan (David), Nicholas Elia (filho de Larry), Grant Elliott (Doutor), Linnea Sharples (Técnico 1), Blaine Anderson (Técnico 2), Laura Margolis (Brenda), Matthew Burgess (Técnico 3), Matty Finochio (Técnico), Chris Bauer (Larry Pearce)
Sinopse: Um supervisor de controle de qualidade que monitora os telefonemas de uma companhia desenvolve um senso de audição. Após a morte de seu filho essa habilidade se desenvolve monstruosamente ao ponto de forçá-lo a tomar uma medida drástica para silenciar seu problema antes que fique louco...

Homem está junto com o filho em uma praça quando começa a ouvir as batidas do coração da criança num volume bem alto. E assim acaba percebendo que o garoto tem um problema grave no coração mas infelizmente é tarde demais e não tem mais cura.

Apesar de toda a tristeza, ele continua indo trabalhar e lá ele percebe que o "problema" continua aparecendo às vezes e ele passa a ouvir claramente até o menor ruído.
Como ele trabalha numa empresa de informática supervisionando as ligações recebidas isso acaba o ajudando a perceber quando alguém está enrolando ou falando de outras coisas que não seja trabalho. Só que com o passar do tempo, e com esse problema ficando mais freqüente, ele começa a viver em um inferno, sem um minuto de silêncio. Ele passa a ter atitudes estranhas, e algumas vezes violenta também, enlouquecendo gradualmente.




Essa história, que se divide entre a dor da perda de um ente querido e da loucura que se abate em um homem que não consegue ter paz, até que dá um bom drama. Mas... o que está fazendo nesse seriado? Onde está o horror? A tensão? As torturas? O sadismo? Os seios de fora? (Ok, isso não é tão necessário assim, mas é bom) Esse tipo de episódio é ótimo para os críticos elogiarem: Direção perfeitinha, ótimas atuações, boa fotografia, ótimo trabalho de som... enfim, típico filme que os fãs detestam e os críticos adoram. Como não sou crítico, odiei.




Acho que o episódio banido do Takeshi Miike fez os produtores pedirem para todos amenizarem a violência, nudez e tudo que fazia essa série ser tão bem aceita entre os fãs de terror. Estão indo para o caminho errado, continuando assim não dura mais uma temporada.

A propósito, porque o personagem principal não procurou um médico logo no início?



HISTÓRIA:    
GORE:    
EFEITOS:    
DIVERSÃO:    
Antonio R. Filho

EPISÓDIO 5 - PRO-LIFE (Pro-Life)
Direção: John Carpenter
Roteiro: Scott Swan, Drew McWeeny
Elenco: Derek Mears (padre), Chad Krowchuk (Danny Burcell), Benjamin Rogers (Cole Burcell), Graeme McComb (Caleb Burcell), Arabella Bushnell (Grace), Ron Perlman (Dwayne Burcell), Bill Dow (Dr. Kiefer), Ashley Whillans (Isobel), Grace Bauer (Marie), Stephen Dimopoulos (Sam), Lisa Bunting (Joan), Biski Gugushe (Kierman), Jeremy Jones (Doug), Mark Feuerstein (Alex O'Shea), Emmanuelle Vaugier (Kim), Caitlin Wachs (Angelique Burcell)
Sinopse: Conta a história de uma jovem, presa numa clínica, que descobre que mais perigoso do que a sua busca são os segredos demoníacos que ela carrega..

Casal de médicos quase atropela uma menina de 15 anos, grávida, que está correndo na estrada aparentemente perseguida por alguém. Eles a levam para uma clínica para mulheres, onde trabalham, e descobrem que quem a perseguia era seu pai, Dwayne Burcell, homem que já criou problemas para eles por se posicionar contra abortos feitos ali e agora é proibido até de chegar perto do portão. O irônico é que a filha dele quer abortar e apesar da barriga já estar grande diz que só faz uma semana que ficou grávida. O médico a examina e descobre algo errado, percebendo que é melhor realmente tirar a criança, mas Dwayne vai fazer de tudo para que isso não aconteça.
Ele invade a clínica junto dos outros filhos, estourando a cabeça do segurança (A cena parece ótima, e seria, se o guarda não aparecesse no chão com a cabeça intacta depois). Enquanto alguns médicos da clínica se armam para enfrentá-lo, a barriga da filha dele já está maior o que deixa o casal que a pegou na estrada confuso. Ela conta o que houve então, uma história bizarra onde alguma coisa parecida com um demônio a puxou pelos pés no quintal de casa e a estuprou. Seria verdade ou é tudo imaginação dela?




Apesar de bons momentos de violência, inclusive com uma tortura bem legal, Carpenter parece perder o rumo algumas vezes. O personagem Dwayne, interpretado pelo "Hellboy" Perlman, é um daqueles fanáticos religiosos que condenam o aborto a todo custo e que dessa vez vai perceber com um exemplo extremo que nem sempre ser "pro-life" é o correto. Alguns personagens simplesmente somem, em nenhum momento sabemos o porquê do capeta (que anda, anda e não mata ninguém) escolher uma menina de 15 anos pra isso. O ritmo é irregular, muitas (mas muitas mesmo) mortes off-screen...




Mas se algo merece elogios é a música. Cody Carpenter, o filho do homem, mostra que realmente tem talento e, se o episódio passa tensão em alguns momentos, é devido à ótima música. Os efeitos vão dividir o público: alguns vão achar tão-somente ridículo o demônio, outros podem achar que foi bem caracterizado. Outro efeito que poderia render é o que tem em uma cena onde a bolsa d'agua estoura e a médica é coberta com o líquido. Como o casal de médicos tem um papel pífio, seria uma boa hora pra água na verdade ser um líquido corrosivo que deixaria a cabeça dela deformada... mas lembrem da minha teoria. Nada de muito chocante nessa temporada.




É o melhor até agora? Sim, com certeza. Mas por ser John Carpenter esperava-se mais, principalmente pelo trabalho dele na primeira temporada, "Pesadelo Mortal", que foi um dos 3 melhores. Apenas razoável.





HISTÓRIA:    
GORE:    
EFEITOS:    
DIVERSÃO:    
Antonio R. Filho

EPISÓDIO 6 - PELTS (Pelts)
Direção: Dario Argento
Roteiro: Matt Venne
Elenco: Meat Loaf (Jake Feldman), Kelvin Lum (policial), Chuck Duffy (Detetive), Darren E. Scott (Agente), Melissa Gonzalez (Mira), Brenda MacDonald (Mãe Mayter), Michal Suchanek (Larry Jameson), John Saxon (Jeb 'Pa' Jameson), Ellen Ewusie (Shanna), Sylvesta Stuart (Beefy Bouncer), Shawn Hall (Bouncer), Elise Lew (Sue Chin Yao), Emilio Salituro (Sergio), Link Baker (Lou Chinaski)
Sinopse: Trata-se de um conto erótico sobre pelas de guaxinim roubadas que violentamente se vingam daqueles que tentam vestí-las....


EPISÓDIO 7 - THE SCREWFLY SOLUTION (The Screwfly Solution)
Direção: Joe Dante
Roteiro: Sam Hamm
Elenco: Agam Darshi (Agente de viagens), Randy Flagler (passageiro), Nelson Leis (Rodney Bearden), Steve Lawlor (William Holicky), Court Young (Cameron), Kerry Norton (Anne), Linda Darlow (Bella), Brenna O'Brien (Amy), Elliot Gould (Tio Barney), Jason Priestley (Alan)
Sinopse: Um vírus mortal infecta a nação, transformando homens em assassinos que matam todas as mulheres que vêem. Uma dona de casa e sua filha tentam sobreviver a essa loucura...


EPISÓDIO 8 - VALERIE ON THE STAIRS (Valerie on the Stairs)
Direção: Mick Garris
Roteiro: Mick Garris, baseado em história de Clive Barker
Elenco: Tony Todd (a besta), Suki Kaiser (Patricia Dunbar), Clare Grant (II) (Valerie), Christine Barrie (Anna), Christopher Lloyd (Everett Neely), Jonathan Watton (Bruce Sweetland), Nicola Lipman (Nancy Bloom)
Sinopse: Rob Hanisee é um escritor que tem uma estranha aparência. Linda, nua e misteriosa, Valerie pode ser a musa que Rob sempre procurou para a manifestação de sua força da escuridão. Sangue e morte seguem Rob através da linha que separa a vida e a arte.


EPISÓDIO 9 - RIGHT TO DIE (Right to Die)
Direção: Bob Schmidt
Roteiro:
Elenco: Walcott E. Morgan (Orderly), Bryan Elliot (Doutor), Yvonne Myers (enfermeira), Norman Misura (Mr. Schoening), Derek Green (Repórter), Anna Galvin (Dr. Loring), Corbin Bernsen (Ira), Robin Sydney (Trish), Julia Anderson (Abbey), Martin Donovan (Cliff), Linda Sorensen (Pam), Xantha Radley (Abbey Thing)
Sinopse: Sua pele foi queimada e os restos do seu corpo estão em coma...mas, de acordo com as perspectivas médicas, Abbu ainda está viva. O marido dela está disposto a assinar um acordo para encerrar sua dor. As condições de Abby vão piorando gradualmente, e a cada passo que seu corpo morre, seu espírito torna-se mais forte para se vingar das pessoas que tiraram proveito de sua situação ruim...

EPISÓDIO 10 - WE SCREAM FOR ICE CREAM (We Scream for Ice Cream)
Direção:
Roteiro:
Elenco:
Sinopse:


EPISÓDIO 11 - THE BLACK CAT (The Black Cat)
Direção:
Roteiro:
Elenco:
Elenco:
Sinopse:


EPISÓDIO 12 - DREAM CRUISE (Dream Cruise)
Direção:
Roteiro:
Elenco:
Sinopse:


EPISÓDIO 13 - THE WASHINGTONIANS (The Washingtonians)
Direção:
Roteiro:
Elenco:
Sinopse: